Adoro animais. De todos os tamanhos e feitios, especialmente se tiverem aquele pêlo fofinho que só dá vontade de mexer. Sempre tive animais: cães, gatos, periquitos, peixes, hamsters e coelhos.Gosto, que fazer?
O que não gosto é dos maluquinhos que enfiam 30 gatos um T2 ou os que querem salvar os bichos dos canis e acham que uma marquise de 2x3m serve perfeitamente de albergue para 5 cães.
Há muitas formas de ajudar.
Não necessariamente tentar preencher vazios emocionais e esconder distúrbios psicológicos atrás da fachada "ohh pra mim, ajudo tanto os animais"!
31.8.11
30.8.11
Pequenas coisas que dizem: gosto de ti.
Cozinhar para ti.
Dizer-te que te amo.
Querer-te.
Fazer-te cd's com músicas que sei que vais gostar.
Mostrar o meu filme preferido.
Fazer-te ovos com bacon ao pequeno-almoço.
Trazer-te o pacotinho de leite ao sofá.
Abraçar-te a meio da noite.
Conhecer as tuas manias.
Rir-me sozinha com a tua última piada parva.
Cantar para ti.
Levar-te a novos sítios.
Dizer-te para levares o casaco porque vais ter frio.
Fazer-te aquelas bolachas com pepitas no forno.
Ler os livros que gostas.
Escrever-te bilhetes.
Surpreender-te.
Beijar-te sempre antes de adormecer.
Comprar-te os teus iogurtes preferidos.
Pôr-te protector solar e fazer desenhos nas tuas costas (esta parte não vês muahah)
Vestir a tua t-shirt, que tem o teu cheiro, quando não estás.
Abrir-te a porta com um sorriso.
Dedicar-te músicas com letras xuxu.
Esperar-te na plataforma do comboio com um cartaz só para ti.
Guardar para ti aquele olhar.
...e muitas outras coisas.
Amar é assim, colocar-te em tudo que sou.
Dizer-te que te amo.
Querer-te.
Fazer-te cd's com músicas que sei que vais gostar.
Mostrar o meu filme preferido.
Fazer-te ovos com bacon ao pequeno-almoço.
Trazer-te o pacotinho de leite ao sofá.
Abraçar-te a meio da noite.
Conhecer as tuas manias.
Rir-me sozinha com a tua última piada parva.
Cantar para ti.
Levar-te a novos sítios.
Dizer-te para levares o casaco porque vais ter frio.
Fazer-te aquelas bolachas com pepitas no forno.
Ler os livros que gostas.
Escrever-te bilhetes.
Surpreender-te.
Beijar-te sempre antes de adormecer.
Comprar-te os teus iogurtes preferidos.
Pôr-te protector solar e fazer desenhos nas tuas costas (esta parte não vês muahah)
Vestir a tua t-shirt, que tem o teu cheiro, quando não estás.
Abrir-te a porta com um sorriso.
Dedicar-te músicas com letras xuxu.
Esperar-te na plataforma do comboio com um cartaz só para ti.
Guardar para ti aquele olhar.
...e muitas outras coisas.
Amar é assim, colocar-te em tudo que sou.
26.8.11
Coisas que me fazem espécie...
Gajos com pernas e axilas depiladas.
Epá...não dá.
Uma pessoa gosta de sentir que está ali com um homem, não é com uma florzinha!
A menos que sejam nadadores profissionais, esqueçam lá isso, a sério.
Peito sim...e chega!
(bem ok, podem aparar qualquer coisinha, mas fiquem-se por aí!)
Epá...não dá.
Uma pessoa gosta de sentir que está ali com um homem, não é com uma florzinha!
A menos que sejam nadadores profissionais, esqueçam lá isso, a sério.
Peito sim...e chega!
(bem ok, podem aparar qualquer coisinha, mas fiquem-se por aí!)
24.8.11
O temiiiido: Conselho Directivo!
Começo por dizer que se nunca foste ao Conselho Directivo (agora deve ter um outro nome qualquer, estou desactualizada) és um menino/a!
Como é possível em tantos anos de escolaridade não ter ido pelo menos uma mísera vez?!
Estou aqui eu para provar isso: na verdade era uma menina amorosa, frequentemente confundida como uma prima de uns ciganos lá da escola, que não partia um pratinho que fosse.
Mas até eu lá fui parar umas vezes, a saber:
1ª ocorrência: cantina da escola.
O tipo-mais-giro-da-escola-por-quem-todas-suspiravam estava lá com a sua clique de amigos igualmente irritantes, como só os putos conseguem ser nestas idades. Ora, digamos que eu devia ser a única que não ligava puto ao tipo. Em cima disto ainda lhe arranjei uma alcunha estúpida "Rapa-tachos" que, pasmem-se, pegou.
O gajo estava a meter-se comigo e eu não sou de modas, molho o guardanapo no copo de água, faço uma bolinha e toca de mandar aquilo 300m pelo ar da cantina fora. Daqui até começar uma luta de comida foram 5 milésimos de segundo e, como é lógico, acabei sentadinha no Conselho Directivo.
2ª ocorrência: o assédio.
Havia um tipo que era, vá, um bocado porcalhoto na escola. Estava naquela fase curiosa dos pipis e decidiu tentar esse feito comigo ao levantar-me a saia e apalpar-me.
Nesse tempo era um bocado bruta. Digamos que uma joelhada no, espera-se, aparelho "reprodutor" do moço não é das coisas mais agradáveis do mundo e ele fez queixa de mim.
Mais uma vez lá fui eu.
3ª ocorrência: ver X-files a mais.
Havia um grupo de putos parvos, no qual eu me incluía, que decidiram criar um clube secreto. O clube de ovnilogia (ainda tenho o cartão que fizémos!!). The first rule is no one talks about the club. Yeah right. Claro que umas betinhas parvas tinham de se ir chibar que andávamos a ir para salas desocupadas para falar de "cenas". Não houve crise. A "líder" também apanhou.
...Agora que penso nisto e vejo os casos assim compilados, começo a perceber que tenho uma certa tendência para a mãozinha rápida.
Mas perdoa-se, afinal isto aconteceu tudo ao longo de uns, vá, 12 anos. Não é assim tanto.
E vocês? Como, quando e porquê acabaram frente-a-frente do/a Director/a?
Como é possível em tantos anos de escolaridade não ter ido pelo menos uma mísera vez?!
Estou aqui eu para provar isso: na verdade era uma menina amorosa, frequentemente confundida como uma prima de uns ciganos lá da escola, que não partia um pratinho que fosse.
Mas até eu lá fui parar umas vezes, a saber:
1ª ocorrência: cantina da escola.
O tipo-mais-giro-da-escola-por-quem-todas-suspiravam estava lá com a sua clique de amigos igualmente irritantes, como só os putos conseguem ser nestas idades. Ora, digamos que eu devia ser a única que não ligava puto ao tipo. Em cima disto ainda lhe arranjei uma alcunha estúpida "Rapa-tachos" que, pasmem-se, pegou.
O gajo estava a meter-se comigo e eu não sou de modas, molho o guardanapo no copo de água, faço uma bolinha e toca de mandar aquilo 300m pelo ar da cantina fora. Daqui até começar uma luta de comida foram 5 milésimos de segundo e, como é lógico, acabei sentadinha no Conselho Directivo.
2ª ocorrência: o assédio.
Havia um tipo que era, vá, um bocado porcalhoto na escola. Estava naquela fase curiosa dos pipis e decidiu tentar esse feito comigo ao levantar-me a saia e apalpar-me.
Nesse tempo era um bocado bruta. Digamos que uma joelhada no, espera-se, aparelho "reprodutor" do moço não é das coisas mais agradáveis do mundo e ele fez queixa de mim.
Mais uma vez lá fui eu.
3ª ocorrência: ver X-files a mais.
Havia um grupo de putos parvos, no qual eu me incluía, que decidiram criar um clube secreto. O clube de ovnilogia (ainda tenho o cartão que fizémos!!). The first rule is no one talks about the club. Yeah right. Claro que umas betinhas parvas tinham de se ir chibar que andávamos a ir para salas desocupadas para falar de "cenas". Não houve crise. A "líder" também apanhou.
...Agora que penso nisto e vejo os casos assim compilados, começo a perceber que tenho uma certa tendência para a mãozinha rápida.
Mas perdoa-se, afinal isto aconteceu tudo ao longo de uns, vá, 12 anos. Não é assim tanto.
E vocês? Como, quando e porquê acabaram frente-a-frente do/a Director/a?
Inserir música de fundo de Ágata - Podes ficaaaar com as jóias, a casa, o carro...
É inevitável algumas relações chegarem a um final.
Mas e o que acontece aos antigos pertences, marcos da história a dois, livros, filmes, presentes, bilhetes?
Principalmente quando é uma relação longa, às tantas já se tem metade das coisas do outro lá por casa.
Quando foi comigo optei por meter tudo num caixote grande (a bem verdade aquilo fisicamente mais parecia um caixão tal era o tamanho, o que não deixa de ser irónico) e lá se foram as coisas.
Mas nem sempre a coisa acaba bem e há quem mande as coisas fora, queime, faça voodoo ou sei lá mais o quê.
Para quem quiser uma alternativa diferente, fica a sugestão:
Museu das Relações Falhadas
Basicamente é um Museu composto por ex pertences, ali na Croácia, onde os vossos peluches de ursinho carinhoso a segurar um coração podem ter um fim à altura.
Mas e o que acontece aos antigos pertences, marcos da história a dois, livros, filmes, presentes, bilhetes?
Principalmente quando é uma relação longa, às tantas já se tem metade das coisas do outro lá por casa.
Quando foi comigo optei por meter tudo num caixote grande (a bem verdade aquilo fisicamente mais parecia um caixão tal era o tamanho, o que não deixa de ser irónico) e lá se foram as coisas.
Mas nem sempre a coisa acaba bem e há quem mande as coisas fora, queime, faça voodoo ou sei lá mais o quê.
Para quem quiser uma alternativa diferente, fica a sugestão:
Museu das Relações Falhadas
Basicamente é um Museu composto por ex pertences, ali na Croácia, onde os vossos peluches de ursinho carinhoso a segurar um coração podem ter um fim à altura.
23.8.11
Sou só eu que acho isto um bocadinho assustador?
Réplicas versão Barbie&Ken do Príncipe William e da sua Katy Middleton.
Ela, com um cabeção que Deus me livre, faz duas da dele, ele, com ar botox-no-seu-melhor.
Podem adquirir ambos os bonequinhos pela módica quantia de 232€.
Começo a adquirir sentimentos mais carinhosos para com o Chucky e a sua noiva. Acho que no fundo eles foram muito incompreendidos.
Ela, com um cabeção que Deus me livre, faz duas da dele, ele, com ar botox-no-seu-melhor.
Podem adquirir ambos os bonequinhos pela módica quantia de 232€.
Começo a adquirir sentimentos mais carinhosos para com o Chucky e a sua noiva. Acho que no fundo eles foram muito incompreendidos.
O que é que é feito dos serões em família?
É uma das coisas que mais tenho saudades.
Aqueles momentos antes de ir vestir o pijama do Vitinho (sabe-se lá porquê os meus pais acharam que devia ser a coisa mais feminina que me poderiam dar como incentivo a ir para a cama às horas que eles queriam com o comprimidinho amarelo do cálcio debaixo da língua) em que ficávamos todos à volta da tv, com, então, 2 canais, a ver o que estava a dar. Eu, pais e avós.
Agora temos famílias ou disfuncionais, ou monoparentais, cada vez mais pequenas, menos unidas, mais centradas em si, está cada um em seu lado com as suas coisas, com os seus gostos, Ipad's, Ipod's, PS3, Tv cabo, computador, portátil...
O tecto é o mesmo...mas cada vez acho mais que é só mesmo isso que se partilha.
O que é que aconteceu?
Aqueles momentos antes de ir vestir o pijama do Vitinho (sabe-se lá porquê os meus pais acharam que devia ser a coisa mais feminina que me poderiam dar como incentivo a ir para a cama às horas que eles queriam com o comprimidinho amarelo do cálcio debaixo da língua) em que ficávamos todos à volta da tv, com, então, 2 canais, a ver o que estava a dar. Eu, pais e avós.
Agora temos famílias ou disfuncionais, ou monoparentais, cada vez mais pequenas, menos unidas, mais centradas em si, está cada um em seu lado com as suas coisas, com os seus gostos, Ipad's, Ipod's, PS3, Tv cabo, computador, portátil...
O tecto é o mesmo...mas cada vez acho mais que é só mesmo isso que se partilha.
O que é que aconteceu?
19.8.11
Afinal porque é que eles têm tanto medo de casar.
Começo por dizer que cada vez mais elas é que não estão para se meter em trabalhos e preferem uma relação na-minha-casa-ou-na-tua.
Mas pegando em tradicionalismos que ainda não morreram, a verdade é que muitos homens sentem que caminham literalmente para a forca no enlace - que eles próprios quiseram.
Acho que é normal existirem dúvidas. Não no que se sente ou que no se pretende, mas dúvidas legítimas sobre se irá ou não funcionar com o passar dos anos. Para eles acredito que uma das coisas que faça mais confusão é pensarem que nunca mais irão ter sexo com outra mulher. Pelo menos se fizerem jus aos seus votos. O que na cabeça de um homem pode ser algo complicado.
Feijão com arroz e arroz com feijão todo o santo dia por uma eternidade de dias. Contudo acho que se deve levar a coisa com alguma calma e perspectiva. Afinal, aquela pessoa diz-nos algo que as restantes não dizem, faz-nos sentir algo que outros não fazem e as pessoas não mudam assim tanto ao longo da vida.
O que muda são as expectativas e, como no global das coisas, é isso que estraga gerando algumas frustações.
Outro dos medos é que com o casamento eles percam alguma da sua liberdade. Em relação ao que fazem, a quem "prestar contas", onde e com quem vão... E aí temos de falar em confiança. Uma pessoa que confia na outra, por muito insegura que possa ser, não vai pedir ao outro que abdique do que quer fazer constantemente. Aqui, como em tudo, é preciso bom senso e equilíbrio. Igualmente importante é pensar na outra pessoa e na forma como determinadas acções a possam fazer sentir. Fazer o que se quer sem olhar a meios é tão errado como tentar proibir o que quer que seja.
Por outro lado, um outro receio é que a sua parceira mude de atitude. Que a forma como era quando namoravam se altere para um "encostar-se" e "desleixar-se". Que comece a ter atitudes de prender, de controlar.
Para muitos é simplesmente medo de compromisso. Querem uma vida sem o peso da palavra casamento, podendo beneficiar de todas as coisas boas de se viver junto, enquanto se sentem mais livres para irem depenicando aqui e ali.
Uma última questão é o seu medo de falhar. Como maridos, como pais, perante a sociedade.
...e mais logo vem a outra parte. Porque é que elas têm tanto medo de casar.
Mas pegando em tradicionalismos que ainda não morreram, a verdade é que muitos homens sentem que caminham literalmente para a forca no enlace - que eles próprios quiseram.
Acho que é normal existirem dúvidas. Não no que se sente ou que no se pretende, mas dúvidas legítimas sobre se irá ou não funcionar com o passar dos anos. Para eles acredito que uma das coisas que faça mais confusão é pensarem que nunca mais irão ter sexo com outra mulher. Pelo menos se fizerem jus aos seus votos. O que na cabeça de um homem pode ser algo complicado.
Feijão com arroz e arroz com feijão todo o santo dia por uma eternidade de dias. Contudo acho que se deve levar a coisa com alguma calma e perspectiva. Afinal, aquela pessoa diz-nos algo que as restantes não dizem, faz-nos sentir algo que outros não fazem e as pessoas não mudam assim tanto ao longo da vida.
O que muda são as expectativas e, como no global das coisas, é isso que estraga gerando algumas frustações.
Outro dos medos é que com o casamento eles percam alguma da sua liberdade. Em relação ao que fazem, a quem "prestar contas", onde e com quem vão... E aí temos de falar em confiança. Uma pessoa que confia na outra, por muito insegura que possa ser, não vai pedir ao outro que abdique do que quer fazer constantemente. Aqui, como em tudo, é preciso bom senso e equilíbrio. Igualmente importante é pensar na outra pessoa e na forma como determinadas acções a possam fazer sentir. Fazer o que se quer sem olhar a meios é tão errado como tentar proibir o que quer que seja.
Por outro lado, um outro receio é que a sua parceira mude de atitude. Que a forma como era quando namoravam se altere para um "encostar-se" e "desleixar-se". Que comece a ter atitudes de prender, de controlar.
Para muitos é simplesmente medo de compromisso. Querem uma vida sem o peso da palavra casamento, podendo beneficiar de todas as coisas boas de se viver junto, enquanto se sentem mais livres para irem depenicando aqui e ali.
Uma última questão é o seu medo de falhar. Como maridos, como pais, perante a sociedade.
...e mais logo vem a outra parte. Porque é que elas têm tanto medo de casar.
18.8.11
Espelho, espelho meu..
Todos temos alturas menos boas. Em que sentimos que o nosso valor é reduzido, seja por questões físicas ou psicológicas. Não são apenas dias maus, ou TPM. É a maneira como nos vemos.
Gostamos de ser confiantes e estar com o "mojo" todo. Mas nem sempre é possível.
E é nestas alturas que somos os piores inimigos que podemos ter.
Gostamos de ser confiantes e estar com o "mojo" todo. Mas nem sempre é possível.
E é nestas alturas que somos os piores inimigos que podemos ter.
15.8.11
Facebook, essa grande causa de divórcio.
E porquê? Porque o ser humano é parvo e não consegue deixar-se estar sossegadinho.
Têm que ir meter conversa com a coleguinha de curso que não vêem há 10 anos, têm de ir cuscar as fotos em bikini de uma tipa qualquer, aceitam todos os pedidos de amizade, especialmente os que chegam de Leste, colocam fotos comprometedoras, caiem nas conversas de flirt, e por aí em diante.
Claro que o Facebook não é causa de divórcio. São as pessoas.
É tão fácil, está ali tão à mão, num instantinho pode escorregar-se na tentação do "é inofensivo".
Só que não é.
Cada vez acredito mais que a causa número um das separações é o ego e que melhor lugar do que o Facebook para cultivar isso?
Têm que ir meter conversa com a coleguinha de curso que não vêem há 10 anos, têm de ir cuscar as fotos em bikini de uma tipa qualquer, aceitam todos os pedidos de amizade, especialmente os que chegam de Leste, colocam fotos comprometedoras, caiem nas conversas de flirt, e por aí em diante.
Claro que o Facebook não é causa de divórcio. São as pessoas.
É tão fácil, está ali tão à mão, num instantinho pode escorregar-se na tentação do "é inofensivo".
Só que não é.
Cada vez acredito mais que a causa número um das separações é o ego e que melhor lugar do que o Facebook para cultivar isso?
13.8.11
Os gajos dos poemas.
Adoro. Retiro algumas gargalhadas à conta disto. Perdoem-me as almas mais sensíveis, mas os poemas são uma forma de engate algo manhosa.
Uma maneira subreptícia de dizer: quero saltar-te em cima.
Não me levem a mal, até adoro alguma poesia, mas estes "autores" anónimos de que vos falo estão mais ao nível das rimas de Toy que outra coisa qualquer.
Invariavelmente há as analogias ao mar, as metáforas das flores, as hipérboles dos sentimentos..e por aí fora.
Quem é que leva a sério estas almas puras? Estes sonetos de vão de escada? Quem é que pensa que eles escreveram aquela treta para elas?
Uma dica: experimentem copiar+colar uma das rimas no Google e surpreendam-se.
Para eles, só posso dizer que se querem insistir nisto das rimas, certifiquem-se que sabem o que fazem, que são sinceros, que personalizam o que dizem e aí, com sorte, talvez lhes saltem em cima.
Uma maneira subreptícia de dizer: quero saltar-te em cima.
Não me levem a mal, até adoro alguma poesia, mas estes "autores" anónimos de que vos falo estão mais ao nível das rimas de Toy que outra coisa qualquer.
Invariavelmente há as analogias ao mar, as metáforas das flores, as hipérboles dos sentimentos..e por aí fora.
Quem é que leva a sério estas almas puras? Estes sonetos de vão de escada? Quem é que pensa que eles escreveram aquela treta para elas?
Uma dica: experimentem copiar+colar uma das rimas no Google e surpreendam-se.
Para eles, só posso dizer que se querem insistir nisto das rimas, certifiquem-se que sabem o que fazem, que são sinceros, que personalizam o que dizem e aí, com sorte, talvez lhes saltem em cima.
12.8.11
Porque é que uma mulher chega a uma idade e já não está para aturar homens.
Chega uma altura na vida de uma mulher, especialmente a recém-divorciada, em que ela pensa: caraças, andei eu anos a passar camisas e a lavar truces a este marmanjo e o gajo a única coisa que fez de boa em 20 anos foi os filhos que me deu.
Não quer dizer que queiram estar completamente sozinhas.
A bem dizer as mulheres mais velhas estão cada vez mais aí para as curvas.
Quer simplesmente dizer que já não têm pachorra para aos 45 enfiar um novo romance casa adentro e 6 meses depois estar que nem escrava Isaura a pendurar no estendal as meias coçadas do tipo enquanto ele diz: então vou só ali sair com os meus amigos ver umas miúdas com idade para serem minhas filhas. Claro que eles não dizem isso. Dizem que vão à bola ou que vão trabalhar até mais tarde, prometendo sessões de romance fantástico no fim-de-semana que nunca passam da ida ao café da esquina, com sorte.
Claramente as chatices não compensam o que se retém desse tipo de relação. Uma bela fatia do melhor bolo de chocolate do mundo faz maravilhas e não detém o controlo do comando ligado 24h por dia na SportTv.
E podem falar "ahh e tal, o companheirismo, uma pessoa para estar ao nosso lado", mas, se pensarem bem, eles normalmente vão primeiro que elas e não costumam ir "bem". O que no fundo funciona como um engodo para manter toda uma experiência masculina de vida que consiste em serem cuidados. Primeiro pelas mães, depois pelas namoradas, depois pelas esposas e mais quem vier que consiga colocar-lhes os 7 comprimidos ao almoço e jantar sem misturar as cores.
Não quer dizer que queiram estar completamente sozinhas.
A bem dizer as mulheres mais velhas estão cada vez mais aí para as curvas.
Quer simplesmente dizer que já não têm pachorra para aos 45 enfiar um novo romance casa adentro e 6 meses depois estar que nem escrava Isaura a pendurar no estendal as meias coçadas do tipo enquanto ele diz: então vou só ali sair com os meus amigos ver umas miúdas com idade para serem minhas filhas. Claro que eles não dizem isso. Dizem que vão à bola ou que vão trabalhar até mais tarde, prometendo sessões de romance fantástico no fim-de-semana que nunca passam da ida ao café da esquina, com sorte.
Claramente as chatices não compensam o que se retém desse tipo de relação. Uma bela fatia do melhor bolo de chocolate do mundo faz maravilhas e não detém o controlo do comando ligado 24h por dia na SportTv.
E podem falar "ahh e tal, o companheirismo, uma pessoa para estar ao nosso lado", mas, se pensarem bem, eles normalmente vão primeiro que elas e não costumam ir "bem". O que no fundo funciona como um engodo para manter toda uma experiência masculina de vida que consiste em serem cuidados. Primeiro pelas mães, depois pelas namoradas, depois pelas esposas e mais quem vier que consiga colocar-lhes os 7 comprimidos ao almoço e jantar sem misturar as cores.
Querida, se me fizeres aquele pratinho de iscas vamos dar um passeio de mão dada a Chelas.
Conversas fiadas: A frase "eu não sou como os outros".
É claro que os homens não são todos iguais, como as mulheres não o são.
Mas é sempre de desconfiar quando um tipo vem com essa conversa do "eu não sou como os outros".
Que é como quem diz, qualquer defeito que aches que os homens tenham, eu não tenho.
Os homens sabem como os outros homens pensam, portanto, quando um tipo vem com essa treta de conversa é porque não só é igual aos outros, como provavelmente é pior.
É a mesma coisa de quando dizem "ohhh eu nunca te faria uma coisa dessas" naquela fase de cortejamento em que se armam em sonsos e tentam mostrar que são os melhores tipos do universo. Seguida dessa vem o "não sei onde é que ele tinha a cabeça para fazer algo assim a um mulherão como tu". Atentem à tendência de tentar elogiar e elevar-se acima dos restantes machos, quando, essencialmente, são todos os melhores buddies do universo entre eles e o que querem é saltar em cima da miúda.
Um conselho de yours truly: não criem falsas expectativas.
Mas é sempre de desconfiar quando um tipo vem com essa conversa do "eu não sou como os outros".
Que é como quem diz, qualquer defeito que aches que os homens tenham, eu não tenho.
Os homens sabem como os outros homens pensam, portanto, quando um tipo vem com essa treta de conversa é porque não só é igual aos outros, como provavelmente é pior.
É a mesma coisa de quando dizem "ohhh eu nunca te faria uma coisa dessas" naquela fase de cortejamento em que se armam em sonsos e tentam mostrar que são os melhores tipos do universo. Seguida dessa vem o "não sei onde é que ele tinha a cabeça para fazer algo assim a um mulherão como tu". Atentem à tendência de tentar elogiar e elevar-se acima dos restantes machos, quando, essencialmente, são todos os melhores buddies do universo entre eles e o que querem é saltar em cima da miúda.
Um conselho de yours truly: não criem falsas expectativas.
10.8.11
A psicose feminina.
Algumas de nós gostariam de poder negar que a psicose feminina não existe, que é mito, que é como a Nessy, que toda a gente ouviu falar mas nunca ninguém viu no lago.
Mas não. Ela existe, oh se existe.
A nossa mente é muito visual e gráfica - se pensam que isso fica só para eles a relembrar a Pamela no Baywatch 10 anos depois, estão enganados. Simplesmente as nossas visualizações são qualquer coisa como um filme do Lars Von Trier com salpicos de Stephen King e umas pontadas de Margarida Rebelo Pinto (aquela parte que, lá está, todas nós também gostaríamos de negar).
Compreendo que seja difícil para um homem, que funciona mais ou menos como os cães e nem as cores todas consegue ver, e não entendam os filmes que saem da nossa bela cabecinha. Uma coisa simples pode tornar-se um cenário dantesco - seja porque vão tomar um café com uma amiga gira ou têm de ficar horas extra 3 dias por semana com aquela colega esquisitinha-mas-com-um-gajo-nunca-se-sabe-porque-ela-até-tem-mamas-apesar-do-olho-vesgo.
Vocês não conseguem entender que há sofrimento genuíno na filmografia feminina. Para nós, aquele filme é real, aquilo está a acontecer de certeza, todas as seguranças esfumam-se e só pensamos no momento em que vocês estarão a fazer cocó do grosso. E não, não estamos a imaginar-vos na casa-de-banho da empresa.
Lidar com estes filmes pode ser mais fácil dependendo da pessoa. Sim, há quem os faça de maneira mais light, ou, pelo menos, não lixe a cabeça do respectivo, embora os faça (e todas fazem, não desmintam!), mas se não é o vosso caso, vejam isto pelo lado positivo, se elas os fazem é porque gostam de vocês e vos querem só para elas. Não tem a ver com falta de confiança em vocês, ou gosto por vos martirizar a mona, mas sim porque a nossa cabecinha pensa demais e, como é lógico, isso iria sempre acabar mal.
Tenham paciência.
Nós somos adoráveis à mesma e vocês também não são coitadinhos nenhuns, sim?
Mas não. Ela existe, oh se existe.
A nossa mente é muito visual e gráfica - se pensam que isso fica só para eles a relembrar a Pamela no Baywatch 10 anos depois, estão enganados. Simplesmente as nossas visualizações são qualquer coisa como um filme do Lars Von Trier com salpicos de Stephen King e umas pontadas de Margarida Rebelo Pinto (aquela parte que, lá está, todas nós também gostaríamos de negar).
Compreendo que seja difícil para um homem, que funciona mais ou menos como os cães e nem as cores todas consegue ver, e não entendam os filmes que saem da nossa bela cabecinha. Uma coisa simples pode tornar-se um cenário dantesco - seja porque vão tomar um café com uma amiga gira ou têm de ficar horas extra 3 dias por semana com aquela colega esquisitinha-mas-com-um-gajo-nunca-se-sabe-porque-ela-até-tem-mamas-apesar-do-olho-vesgo.
Vocês não conseguem entender que há sofrimento genuíno na filmografia feminina. Para nós, aquele filme é real, aquilo está a acontecer de certeza, todas as seguranças esfumam-se e só pensamos no momento em que vocês estarão a fazer cocó do grosso. E não, não estamos a imaginar-vos na casa-de-banho da empresa.
Lidar com estes filmes pode ser mais fácil dependendo da pessoa. Sim, há quem os faça de maneira mais light, ou, pelo menos, não lixe a cabeça do respectivo, embora os faça (e todas fazem, não desmintam!), mas se não é o vosso caso, vejam isto pelo lado positivo, se elas os fazem é porque gostam de vocês e vos querem só para elas. Não tem a ver com falta de confiança em vocês, ou gosto por vos martirizar a mona, mas sim porque a nossa cabecinha pensa demais e, como é lógico, isso iria sempre acabar mal.
Tenham paciência.
Nós somos adoráveis à mesma e vocês também não são coitadinhos nenhuns, sim?
9.8.11
As super donas de casa...
Não têm dias maus. Têm o cabelo sempre impecável. Os seus filhos não fazem birras. Os maridos são perfeitos cavalheiros. Dão jantares magníficos. Cheiram sempre a perfume caro. Têm os melhores amigos do mundo. Ganham bem. Nunca choram. Nunca se fala alto lá em casa. As coisas estão sempre arrumadas. Os jantares são em família e sem televisão. O cão é um labrador impecável que poderia salvar toda a família. O gato não arranha as coisas. Têm as melhores roupas. As fraldas sujas cheiram a rosas. Têm uma família grande que se reúne todos os fins-de-semana. Não sabem de tragédias. Sabem coser, cozinhar e dominam a arte da fada do lar.
Eu?
Tenho os meus dias.
Mas não faltam sorrisos no meu filho. O homem é o que amo e escolhi. A casa vai-se arrumando. A cozinha solta o cheiro de novos cozinhados de improviso. As camisas começam a aparecer mais direitinhas. A família está sempre na cabeça e no coração. O gato é um demónio, mas adorável. Chora-se de vez em quando, mas brinca-se e ri-se muito mais. O cansaço às vezes ganha, mas o amor sai sempre incólume. Os amigos não se esquecem. O sono é pouco, mas as horas acordada compensam tudo para vê-lo crescer. Não devo nada a ninguém. Orgulho-me do que tenho.
E, mais que isso, orgulho-me de quem tenho.
Porque são essas pessoas que tornam tudo infinitamente melhor.
Eu?
Tenho os meus dias.
Mas não faltam sorrisos no meu filho. O homem é o que amo e escolhi. A casa vai-se arrumando. A cozinha solta o cheiro de novos cozinhados de improviso. As camisas começam a aparecer mais direitinhas. A família está sempre na cabeça e no coração. O gato é um demónio, mas adorável. Chora-se de vez em quando, mas brinca-se e ri-se muito mais. O cansaço às vezes ganha, mas o amor sai sempre incólume. Os amigos não se esquecem. O sono é pouco, mas as horas acordada compensam tudo para vê-lo crescer. Não devo nada a ninguém. Orgulho-me do que tenho.
E, mais que isso, orgulho-me de quem tenho.
Porque são essas pessoas que tornam tudo infinitamente melhor.
7.8.11
Olha pra mim, com a Tishérti da móda.
Se há coisa que me causa alguma confusão em termos fashion é ver homens de barba rija nos seus trinta e muitos com a bela da t-shirt da Throttleman. Mas quem é que pensa que aquela bonecada toda tem piada? Os meninos de bem? Os Salvadores Garcias e os seus sapatos de berloque? Eu sei lá...
Acho o raio das t-shirts totalmente overrated. E, vá, são parvas.
Vistam-se à homenzinhos, sim?
Acho o raio das t-shirts totalmente overrated. E, vá, são parvas.
Vistam-se à homenzinhos, sim?
1.8.11
E-mails que odeio receber logo de manhã...
...EDP.
...Águas de Cascais.
...Zon.
...Spam de aumento peniano.
Ser adulto sucks.
...Águas de Cascais.
...Zon.
...Spam de aumento peniano.
Ser adulto sucks.
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