30.1.12

Tiquices de gaja.

Uma das minhas maiores tiquices é não gostar de colocar combustível.
Não gosto de não poder usar o telemóvel, de ter de sair do carro (está frio), do cheiro a combustível que se entranha, dos sinais pequenininhos de aviso de pré-pagamento que me fazem fazer figuras parvas enquanto tento atestar e aquilo não pinga nada, da fila para pagar, de sujar as mãos, dos papéis duros que não limpam nada.
Pffff. Não gosto.

Sou daquelas pessoas que se a luz da reserva acende contabilizo mais ou menos quantos quilómetros tenho e se efectivamente ainda dão para chegar a casa e assim ser o gajo no outro dia a ir pôr (muhaahhahaa).
E não, nunca fiquei na mão. Portanto ou é o carro que é bom, ou eu que consigo controlar bem o consumo, ou pura sorte. Uma destas.
Se tiver meeeeeeeesmo de ser, ponho logo 40 € ou atesto, que é para tão cedo não ter de lá voltar.
Podia ser pior. Podia ter muitas manias. Acho que esta se atura bem.
Coisas más desta minha faceta?
Quando é ele a ir pôr compra sempre uma latinha de Redbull. O que me faz sentir culpada por alimentar o vício.
E como evitar que isto seja motivo de discórdia ou do resmungo "sou sempre eu a ir pôoooorrrr!"?
Ver que aquilo já está a chegar ao fim, mas não me apetecer ir de propósito à Bomba, então ir ao café em baixo lá do prédio comprar o jornal "A Bola". Oferecer com olhinhos de bambi e um "vês, quem é a tua menina mais fofinha, quem é?".
Claro que nesse momento ele ainda não se apercebeu que o combustível está quase na reserva, mas fica a mensagem "ohh ela até é tão querida, trata-me tão bem, não a vou chatear com isto".
Pfihihihihih.

As comédias românticas são a pornografia das mulheres.

E porquê?
Não há mulher que não veja. Mesmo as que dizem que não vêem: vêem.
Nem que seja no escurinho da sala quando ele não está. Armam-se em finas e intelectualóides, mas no fundo todas recorrem a estes filmes quando querem simplesmente uma folga da "vida real".

E porque é que vêm estes filmes? Porque não espelham necessariamente a realidade. Aliás, dão uma falsa ideia daquilo que são as relações e como as pessoas se comportam. Óptimo.

Têm duração limitada, portanto nunca se sabe o que acontece depois. E isso interessa? Não. Ou talvez sim, se pensarmos que muitas ficam com certos tópicos na moleirinha encastrados para mais tarde aflorarem com o seu querido. Da mesma forma que eles quando vêm o seu porninho ficam com algumas "ideias" que Nosso Sinhor tinha de fechar os olhos.

Há sempre roupa e acessórios porreiros. Não me venham com tretas, metade de nós dava a unha do pé para ter aquela roupinha à borliú. Alguma, nem imaginamos onde possa ter sido comprada.

Os galãs são sempre uns tipos com abs of steel, sarados, sequinhos e com todas as qualidades e mais algumas. Elas, já se sabe: há para todos os gostos. Muita "personalização" para o cliente.

Por oposição à pornografia, que não recorre muito ao verbal, as comédias românticas tornam-se o ideal da gaja, em que, em média, 1/3 do filme é passado a discutir sentimentos e a relação. Mas ambas apelam ao melhor de dois mundos para ambos: elas, sintéticas, eles, uns literários do caraças.

Não há enredos complicados. No fundo, em ambos, vemos os mesmos clichés de sempre. Aliás, a história parece sempre a mesma.

Nós não nos imaginamos no papel da gaja principal, nem a querer aquele tipo em especial, mas sim aquilo que ele representa. Já eles, não ponho as mãos no fogo, porque há gajos e há Homens. E os últimos recorrem à pornografia como estímulo criativo/escape/porque sim e não como uma substituta da sua querida.

Como vêem, cada um com o seu vício. O importante a reter para ambos é que a realidade é muito melhor.
(espera-se...)

O quê Jesualdo?
Queres ver um filme de porcalhice?
Anda lá antes ver o Pretty woman.
 Também tem meninas da vida!
Tu não sejas assim Jesy!!

27.1.12

Sextas são dias de desafios: a vida em comum.

Afinal, viver a dois nem sempre é um mar de rosas. Enfiar no mesmo espaço duas pessoas de personalidades distintas, com gostos e interesses diferentes, com manias e bagagem, pode originar algumas situações menos cómodas. Mas o amor também é isso: ultrapassar essas diferenças, quando o que une é tão mais importante.
Mas deixemo-nos de parlapié fofinho e venhamos a público.

Afinal, que manias, situações, berbicachos, insólitos ou não, já se passaram entre 4 paredes?

A cueca suja foi o fim da picada?
Montar móveis custou um polegar a alguém?
A inundação na cozinha deu vontade de recriar o Titanic?
Ficaram sem água porque alguém pagava a conta para a entidade errada?
A sanita entupiu a casa-de-banho?
Conseguiram incendiar a cozinha a tentar fazer croquetes?

Contem-me tudo!


(Dexter, estás terminantemente proibido de destilar situações caseiras, ou juro que tenho umas outras tantas para a troca! Posto isto, gosto muito de ti.)

26.1.12

Como seria o mundo...sem homens?

Dizem os cientistas que em 100 milhões de anos os homens vão simplesmente deixar de existir, já que o o cromossoma Y perdeu em algum momento a capacidade de se recombinar de modo a evitar mutações danosas (li isto algures, mas tenho medo pela qualidade masculina que, já de si, anda a decair bastante).
E o que é que isso significa para nós, mulheres?
Como será o nosso futuro?
As minhas previsões relatam o seguinte:

Casas de banho mais limpas, com tampo para baixo, sem respingos de necessidades fisiológicas.
Os temas de assunto das mulheres vão sofrer um decréscimo de 70%.
A prostituição feminina será uma minoria.
O stock de chocolate no mundo vai acabar.
A música será toda feita por mulheres, para mulheres.
Os níveis de insatisfação feminina irão diminuir drasticamente.
Não mais existirão piropos.
As bebidas grátis e as Ladies night's vão acabar.
Aumentaria exponencialmente a existência de gatos nos lares.
A cerveja consumida mundialmente iria decair.
As mulheres vão sincronizar os períodos e os TPM's originando guerrinhas várias.
Em todas as esquinas iria haver lojas de sapatos.
Deus passava a ser mulher.
Aumentariam os cabeleireiros e centros de estética.
As mulheres iriam ter licença de TPM no trabalho.
Metade da população era lésbica.
A outra metade frustada.
20% do tempo de namoro era passado em DR (discutir a relação).
Acabaria a barba de três dias.
A violência seria muito mais psicológica do que física.
A percentagem de mulheres gordas iria aumentar substancialmente.
Os Alcóolicos Anónimos seriam substituídos pelas Anorécticas Anónimas.
Os boicotes seriam de maquilhagem e roupa, impossibilitando as outras mulheres de parecerem mais giras.
e mais?
Falamos, falamos, mas um mundo sem mulheres ou um mundo sem homens não teria a mínima piada.

25.1.12

Sou só eu que fico tristinha pelo divórcio do Seal e da Klum?

Tudo bem que nunca ninguém percebeu muito bem o mistério da bela da Heidi Klum casar com o Seal.
Mas porra..
Um homem que leva a Heidinha de surpresa para uma montanha, de helicóptero, monta um iglo de última geração, com um autêntico quarto de hotel com aquecimento, champanhe, rosas, e o diabo a sete e a pede em casamento no meio do nada, com um anel maior que o meu olho esquerdo e agora leva um chuto no cu?
O pobre Seal ainda usa a aliança e diz que continuará a usar enquanto houver sentimento porque "aceito" e "até que a morte nos separe" não são só palavras.
Não há direito.
Seal, estou contigo!

Pronto e a esperança pode renascer no coração do machame, que a Heidinha está solteira.

23.1.12

Como matar o vício de sapatos.

Pesquisando por esse ebay fora uns modelitos de sapatos encontrei uma verdadeira mina da mulher moderna: sapatame para toda a ocasião!
É só escolher freguesa:

Para a mulher activa.

Sábado à noite no Latiníssimo.
 Batendo perna no Intendente.

Casual no comício da CDU.
Cantando com Lady Gaga
Na convenção A-Rihanna-imitou-a-Ana-Malhoa

...e muito mais haveria para colocar aqui, minha gente.





22.1.12

Mistério.

De há umas semanas para cá aparecem-me molas no correio.
Não são duas ou três. São bastantes.
Não sei se Jesus está a querer dizer-me alguma coisa, ou se são os putos que num acesso de acefalia mais premente acham que é divertido.O que eu sei é que hoje tinha lá 15. (?!).

Estou a pensar inclusivamente dar umas (es)molas ao Cavaco.

Vá Silvinha, queres azul, vermelho ou amarelo?

20.1.12

Sextas são dias de desafios: o síndrome da queca mágica

Agora vês, agora já não.
Ainda agora tiravas o coelho da cartola e já te desvaneceste no ar. 



Quais as histórias mais insólitas de one night stands que conhecem?

Ah e boa Sexta!

18.1.12

Adoro.

Malta que passa a vida a colocar em tudo o que pode citações do Miguel Esteves Cardoso como se ele as tivesse escrito há dois dias e fosse tudo uma grande novidade e nunca ninguém tivesse lido nada dele e a nossa vida fosse mudar porque lemos aquilo no Facebook e nesse instante a nossa  vida começasse por artes mágicas a fazer sentido.

Juro que não percebo.

Como é que certas miúdas acabamn por namorar com tipos para lá de giros.
Não estou a falar de miúdas normais. Estou a falar de miúdas feias.
E nem me venham com a conversa que se calhar a moça é porreira, divertida ou inteligente.
Cruzei-me com vários exemplos nos últimos tempos e nem no departamento "personalidade" se safavam.
Claro que também existe o inverso e que nos faz repensar as leis do universo quando vemos uma bomba com um velhadas feioso.
Mas este fenómeno da gaja feia que saca gajo giro não me convence. Cá para mim é um gajo que quer dormir descansado, sabendo que nenhum abutre irá tentar sequer depenicar a sua avezinha rara.