Estava alegremente numa superfície comercial com o Mister Dexter, discutindo o repasto de Ano Novo, quando afirmo: se calhar vou fazer também bolo de bolacha.
Ele, já a fazer o riso pré-gozo do costume, com ar ultra triunfante, decide relembrar que o nosso forno não está a funcionar.
Isto tem muito mais piada se soubessem o quão "especial" é conviver com alguém que vive para os momentos em que assumirá toda a sua superioridade em corrigir ou censurar com o seu vasto conhecimento, os demais, com aquele ar de felicidade de miúdo na noite de Natal.
Como devem perceber eu parti-me a rir.
Ele, não satisfeito, ainda insiste: hahahah és tão messy.
Ao que eu só consegui proferir entre risos:
amor...o bolo de bolacha não vai ao forno.
...
Male culinary FAIL.
31.12.11
21.12.11
PQP a TPM.
Acho que agora todos os meses vou ter de falar nisto.
Eu era aquela moça que se ria quando me falavam em TPM, orgulhosamente dizendo que não sabia o que era isso, fazendo pouco das menos afortunadas que eu.
Desde que tive o crianço, é castigo, só pode.
Estou aqui com uma vontade de partir coisas, que não digo nada. Misturado com a auto-estima de uma lesma e a sensação que nenhuma pobre alma deverá ser tão insignificante quanto eu.
Lá vou eu ter de ir ver imagens do Daniel Oliveira e imaginar que lhe estou a dizer coisas más.
Enquanto isso aterrou-me aqui um pacote de chocolatinhos que estão a segredar-me impropérios luxuriosos como: come-me à fartazana de todas as maneiras e feitios.
Por enquanto estou a resistir, mas não dou garantias.
Eu era aquela moça que se ria quando me falavam em TPM, orgulhosamente dizendo que não sabia o que era isso, fazendo pouco das menos afortunadas que eu.
Desde que tive o crianço, é castigo, só pode.
Estou aqui com uma vontade de partir coisas, que não digo nada. Misturado com a auto-estima de uma lesma e a sensação que nenhuma pobre alma deverá ser tão insignificante quanto eu.
Lá vou eu ter de ir ver imagens do Daniel Oliveira e imaginar que lhe estou a dizer coisas más.
Enquanto isso aterrou-me aqui um pacote de chocolatinhos que estão a segredar-me impropérios luxuriosos como: come-me à fartazana de todas as maneiras e feitios.
Por enquanto estou a resistir, mas não dou garantias.
Silicone, sim, não, oh meu deus.
O José Piçarra lançou o repto e eu como sou boa menina, respondo.
Vou ser muito sincera, não acho que um exagero descomunal na área mamária seja algo por aí além divertido/apropriado/interessante.
Mamas grandes dão nas vistas, certo? Mamas a apontar para o céu dão ainda mais.
E por isso acho um pouco hipócrita vir para aqui dizer "ahhh as naturais é que são boas, as outras parecem borracha, não são nada naturais " e por aí em diante.
Isso é outro argumento baseado puramente na inveja secreta que uma gaja pode ter de uma qualquer actriz porno/modelo de roupa interior/slut com dinheiro lá do burgo que suscita o melhor interesse e atenção do nosso respectivo.
Nunca mexi numas siliconadas, portanto não posso atestar se serão melhores ou piores.
Visualmente faz alguma confusão que aquilo não saia muito do sítio. Por outro lado faz-nos pensar na sorte que seria podermos usar aquele top super giro sem costas, sem estarmos preocupadas que uma marguerette venha dizer olá ao mundo.
Uma coisa que acho relevante quando se pondera ou não colocar silicone é a nossa auto-estima.
Achamos que vai melhorar? Temos dinheiro para isso? Queremos? Estamos a pensar racionalmente e com bom senso?
Então: força.
O corpo é de cada um, a conta bancária também. E acho que está para nascer o gajo que se gostar da rapariga torça o nariz porque "ohhh tem silicone, Deus do céu, já não quero". Por outro lado, provavelmente aumentarão o interesse de machame indesejável, mas para isso também basta ser uma miúda minimamente normal, arranjadinha e com pele à vista. Não é por aí.
Claro que como em tudo, estamos constantemente a ser julgados e no campo profissional pode ser prejudicial, é algo que temos de ter em conta quando estamos num local de trabalho em que queremos que nos levem a sério pelo nosso potencial e não por características de horizontalidade laboral.
Outra questão são os riscos associados, obviamente que não deixam de ser cirurgias e há sempre riscos.
Bem como a escolha do profissional que realiza a operação conta muito. Ninguém quer ficar com as amigas com mais altos e baixos que a Serra da Estrela, ou uma mama de cada tamanho, ou os mamilos quase nos ombros.
Vou ser muito sincera, não acho que um exagero descomunal na área mamária seja algo por aí além divertido/apropriado/interessante.
Mamas grandes dão nas vistas, certo? Mamas a apontar para o céu dão ainda mais.
E por isso acho um pouco hipócrita vir para aqui dizer "ahhh as naturais é que são boas, as outras parecem borracha, não são nada naturais " e por aí em diante.
Isso é outro argumento baseado puramente na inveja secreta que uma gaja pode ter de uma qualquer actriz porno/modelo de roupa interior/slut com dinheiro lá do burgo que suscita o melhor interesse e atenção do nosso respectivo.
Nunca mexi numas siliconadas, portanto não posso atestar se serão melhores ou piores.
Visualmente faz alguma confusão que aquilo não saia muito do sítio. Por outro lado faz-nos pensar na sorte que seria podermos usar aquele top super giro sem costas, sem estarmos preocupadas que uma marguerette venha dizer olá ao mundo.
Uma coisa que acho relevante quando se pondera ou não colocar silicone é a nossa auto-estima.
Achamos que vai melhorar? Temos dinheiro para isso? Queremos? Estamos a pensar racionalmente e com bom senso?
Então: força.
O corpo é de cada um, a conta bancária também. E acho que está para nascer o gajo que se gostar da rapariga torça o nariz porque "ohhh tem silicone, Deus do céu, já não quero". Por outro lado, provavelmente aumentarão o interesse de machame indesejável, mas para isso também basta ser uma miúda minimamente normal, arranjadinha e com pele à vista. Não é por aí.
Claro que como em tudo, estamos constantemente a ser julgados e no campo profissional pode ser prejudicial, é algo que temos de ter em conta quando estamos num local de trabalho em que queremos que nos levem a sério pelo nosso potencial e não por características de horizontalidade laboral.
Outra questão são os riscos associados, obviamente que não deixam de ser cirurgias e há sempre riscos.
Bem como a escolha do profissional que realiza a operação conta muito. Ninguém quer ficar com as amigas com mais altos e baixos que a Serra da Estrela, ou uma mama de cada tamanho, ou os mamilos quase nos ombros.
Zica, esta é com carinho, para recordares com saudade, sim?
19.12.11
Eles acreditam, piamente, que sabem.
O tamanho do soutien de uma tipa só de olhar para ela.
O que, confesso, muito espanto me traz.
É que se a maioria das mulheres, conforme estudos indicam, usam o tamanho de soutien errado, espanta-me que os gajos, que no fundo só pensam em quando é que aquilo vai saltar, saibam.
Abaixo os "aposto que ela usa um 36DD".
O que, confesso, muito espanto me traz.
É que se a maioria das mulheres, conforme estudos indicam, usam o tamanho de soutien errado, espanta-me que os gajos, que no fundo só pensam em quando é que aquilo vai saltar, saibam.
Abaixo os "aposto que ela usa um 36DD".
16.12.11
O Photoshop e as gajas, as gajas e o Photoshop.
Acho que qualquer uma está a mentir se dissesse que nem que fosse por um dia que não gostava de ser fotografada por um profissional, ter a maquilhagem e cabelo devidamente feita, bem como o melhor designer do pedaço que eliminasse tudo o que que está "a mais" em nós e nos desse um ar enxuto e sedoso.
Obviamente que quando olhamos para uma mulher, mais ou menos descascada, o primeiro instinto é a inveja. E não me venham com tretas. A conversa "aahhh isso é tudo photoshop", "ahhh ela passa fome", "ahhh ela está cheia de plásticas", "ahhh ela ao vivo tem uma corcunda que mete inveja ao da Nôtre Dame", "aahhh ela não tem as mamas assim" e reubeubéu, renhenhe, lariloló.
Não quer dizer que essas coisas não sejam verdade: são.
Mas o cerne da questao, coladinho à nossa carga genética, é aquele sentimento que não somos tão boas quanto elas. Que nunca poderemos ter aquele aspecto. E que sim, provavelmente a pessoa de quem gostamos vai apreciar o que está a ver e nunca a pensar se tem mais ou menos photoshop, porque isso não lhe interessa, o que interessa é que agrada à vista.
E isso causa aquele frissonzinho.
Tenham paciência, da mesma forma que vocês dizem que é genético olhar para a fêmea mais apetecível, é compreensível que para nós elas constituam um "alvo a abater".
Obviamente que quando olhamos para uma mulher, mais ou menos descascada, o primeiro instinto é a inveja. E não me venham com tretas. A conversa "aahhh isso é tudo photoshop", "ahhh ela passa fome", "ahhh ela está cheia de plásticas", "ahhh ela ao vivo tem uma corcunda que mete inveja ao da Nôtre Dame", "aahhh ela não tem as mamas assim" e reubeubéu, renhenhe, lariloló.
Não quer dizer que essas coisas não sejam verdade: são.
Mas o cerne da questao, coladinho à nossa carga genética, é aquele sentimento que não somos tão boas quanto elas. Que nunca poderemos ter aquele aspecto. E que sim, provavelmente a pessoa de quem gostamos vai apreciar o que está a ver e nunca a pensar se tem mais ou menos photoshop, porque isso não lhe interessa, o que interessa é que agrada à vista.
E isso causa aquele frissonzinho.
Tenham paciência, da mesma forma que vocês dizem que é genético olhar para a fêmea mais apetecível, é compreensível que para nós elas constituam um "alvo a abater".
15.12.11
A sensibilidade masculina.
Tenho alguns amigos que são pessoas sensíveis.
Ou seja, têm sentimentos normais, sabem expressar-se e não têm vergonha de o fazer.
Não são uma pedra granítica.
E do que vejo são sempre esses os primeiros a ser pisados pelos saltinhos altos do mulherio.
Uma e outra vez.
Obviamente que as pessoas são todas diferentes e cada um procura (ou atura) o que quer.
Mas faz-me confusão ver que quanto mais se esforçam e mais queridinhos e românticos são, menos valorizados acabam por ser.
Costumo dizer que a pessoa que os possa valorizar vai aparecer e que não são eles que têm de mudar, não estão errados, pelo contrário, para mim, são esses que um dia saberão manter uma mulher, fazê-la feliz.
Mas isto sou eu que sou uma mulher que gosta de ser bem tratada, acarinhada, respeitada e não aceito menos que o mínimo dos mínimos.
O que é que se responde quando nos dizem "sim, mas isso és tu, a maior parte só quer saber dos cabrões. Já nem acreditam que existem bons tipos por aí".
E é verdade. Eles têm uma certa razão.
Mesmo que afirmem que não, a realidade é que andam sempre ali de volta de uns convencidotes frígidos, com um ar de macho autoritário e dominante. E a troco do quê?
Depois choram baba e ranho, anulam-se, mudam a personalidade, deixam de viver em troca de um parvalhão qualquer que entretanto já partiu para a próxima, de preferência 5 anos mais nova e com um QI semelhante ao da lagartixa.
Ou seja, têm sentimentos normais, sabem expressar-se e não têm vergonha de o fazer.
Não são uma pedra granítica.
E do que vejo são sempre esses os primeiros a ser pisados pelos saltinhos altos do mulherio.
Uma e outra vez.
Obviamente que as pessoas são todas diferentes e cada um procura (ou atura) o que quer.
Mas faz-me confusão ver que quanto mais se esforçam e mais queridinhos e românticos são, menos valorizados acabam por ser.
Costumo dizer que a pessoa que os possa valorizar vai aparecer e que não são eles que têm de mudar, não estão errados, pelo contrário, para mim, são esses que um dia saberão manter uma mulher, fazê-la feliz.
Mas isto sou eu que sou uma mulher que gosta de ser bem tratada, acarinhada, respeitada e não aceito menos que o mínimo dos mínimos.
O que é que se responde quando nos dizem "sim, mas isso és tu, a maior parte só quer saber dos cabrões. Já nem acreditam que existem bons tipos por aí".
E é verdade. Eles têm uma certa razão.
Mesmo que afirmem que não, a realidade é que andam sempre ali de volta de uns convencidotes frígidos, com um ar de macho autoritário e dominante. E a troco do quê?
Depois choram baba e ranho, anulam-se, mudam a personalidade, deixam de viver em troca de um parvalhão qualquer que entretanto já partiu para a próxima, de preferência 5 anos mais nova e com um QI semelhante ao da lagartixa.
13.12.11
Querem ver o Aleixo, querem?
Cá está:
É fofinho, não é?
Pois.
Mas também é um ser que corre a casa toda, acorda às 6h00 com vontade de brincar, vulgo destruir, que paira ao pé da mesa à espera que existam restos para ele (fui dar uma vez com ele a comer um resto de caril...nem comento o que deve ter feito pelo seu trato intestinal), ataca pernas em andamento (principalmente se estivermos a usar meias novas), consegue abrir portas, pressente tudo o que é novo na casa e não descansa enquanto não for inaugurar, vulgo destruir, tem o síndrome de Deus, qualquer ponto em que possa olhar para nós cá "em baixo", tão insignificantes face à sua superioridade, escolhe a nossa roupa como local preferido para dormir e largar pêlo, entre outras coisas.
E sim, faz aquela carinha querida, vem fazer ron-ron's, deita-se a pedir mimos, faz pruuupruuu e enfim, derrete o pobre coração da sua dona.
É fofinho, não é?
Pois.
Mas também é um ser que corre a casa toda, acorda às 6h00 com vontade de brincar, vulgo destruir, que paira ao pé da mesa à espera que existam restos para ele (fui dar uma vez com ele a comer um resto de caril...nem comento o que deve ter feito pelo seu trato intestinal), ataca pernas em andamento (principalmente se estivermos a usar meias novas), consegue abrir portas, pressente tudo o que é novo na casa e não descansa enquanto não for inaugurar, vulgo destruir, tem o síndrome de Deus, qualquer ponto em que possa olhar para nós cá "em baixo", tão insignificantes face à sua superioridade, escolhe a nossa roupa como local preferido para dormir e largar pêlo, entre outras coisas.
E sim, faz aquela carinha querida, vem fazer ron-ron's, deita-se a pedir mimos, faz pruuupruuu e enfim, derrete o pobre coração da sua dona.
12.12.11
A Bimby
Confesso que é coisa que dispenso.
Pessoalmente gosto de andar ali de volta dos tachos, sentir o fumegar, tratar de cada processo, dedicar-me ao que estou a fazer, prestando-lhe atenção.
Uma coisa é um robot de cozinha: dá sempre jeito ter algo que corte por nós como se não houvesse amanhã em 4s. Ou uma máquina que amasse o pão caseiro. Ou que me faça uns suminhos naturais xuxu.
Mas de resto confesso sentir alguma implicação psicossomática com a Bimby. É que a comida parece-me menos "de casa". Não me sabe ao mesmo.
Chamem-me antiquada, mas eu cá sou mulher de colher de pau.
Pessoalmente gosto de andar ali de volta dos tachos, sentir o fumegar, tratar de cada processo, dedicar-me ao que estou a fazer, prestando-lhe atenção.
Uma coisa é um robot de cozinha: dá sempre jeito ter algo que corte por nós como se não houvesse amanhã em 4s. Ou uma máquina que amasse o pão caseiro. Ou que me faça uns suminhos naturais xuxu.
Mas de resto confesso sentir alguma implicação psicossomática com a Bimby. É que a comida parece-me menos "de casa". Não me sabe ao mesmo.
Chamem-me antiquada, mas eu cá sou mulher de colher de pau.
7.12.11
Ahhh que filminho tão giro, tão pitupitu, coisa mai linda e divertida, aposto que vou adorar ver e ainda por cima é Natal?
O Gato das Botas.
Pelo menos é o que tenho ouvido da conversa de senhoritas espalhadas por aí, a maior parte, e percebendo pelo resto da conversa, encalhadas (porque será?).
Ele lá fofinho é. Eu também adoro gatinhos. Mas ficamos por aqui.
Deixem-me dizer-vos, a vocês, pessoas adultas, com educação superior, idade para ter alguma maturidade, de QI -pelo menos- medianinho, sem filhos/sobrinhos/primos/enteados de idade menor para acompanhar, que estar-se ansioso para ir ver o filme do Gato das Botas é...bem...eu vou empregar a palavra "estranho".
E deixar-vos liberdade criativa de substituir estranho por outra palavra menos simpática.
Pelo menos é o que tenho ouvido da conversa de senhoritas espalhadas por aí, a maior parte, e percebendo pelo resto da conversa, encalhadas (porque será?).
Ele lá fofinho é. Eu também adoro gatinhos. Mas ficamos por aqui.
Deixem-me dizer-vos, a vocês, pessoas adultas, com educação superior, idade para ter alguma maturidade, de QI -pelo menos- medianinho, sem filhos/sobrinhos/primos/enteados de idade menor para acompanhar, que estar-se ansioso para ir ver o filme do Gato das Botas é...bem...eu vou empregar a palavra "estranho".
E deixar-vos liberdade criativa de substituir estranho por outra palavra menos simpática.
Assinar:
Postagens (Atom)



