30.6.12

Dar um tempo.

Dar um tempo para mim quer dizer: Ora, então fico eu e tu uma espécie de solteiros, vamos, na prática, andar a dar umas trincas noutras pessoas, mas, na teoria, tudo o que fizemos foi reflectir sobre a relação. Logo: ou não se está numa relação, ou se está. O meio termo é apenas prolongar o inevitável.

29.6.12

Obrigada Casino de Lisboa

É sempre positivo perceber que o entretenimento está assegurado.

Sextas são dias de desafios (epá ao tempo que já não fazia destes post's á 6ª feira).

E o desafio desta Sexta é partilharem...tcharãrãrãaaannnnn: Conversas de casal. Ou sejam aquelas conversas surreais domésticas que por vezes acontecem e que quando pensamos nisso ainda nos dão vontade de rir.
E sim, podem falar de escatologia.

28.6.12

Mitos.

Lésbicas boas são como comédias românticas..tirando algumas honrosas excepções, só nos filmes.

De olho na carteira.

Ultimamente tenho ouvido alguns desabafos masculinos. Enquanto elas dizem "eles são todos a mesma merda coisa", eles afirmam "que elas só querem o dinheiro". E confesso que me faz alguma (bastante) espécie. É claro que o dinheiro (ou melhor, a falta dele) têm importância na vida de um casal. Dizer o oposto seria rídículo. O dinheiro permite-nos ter alguns pequenos luxos, fazer umas vontades a nós e ao outro, umas indulgências, uns fins-de-semana ou férias lá fora...mas numa perspectiva conjunta. Não numa situação de bancar despesas e ficar à espera que o outro se chegue à frente para pagar tudo. Recuso-me a acreditar que exista tanta gente a viver uma relação com o pressuposto do dinheiro por trás. Afinal, não andámos tanto tempo atrás da independência? Que sentido há em estar com alguém pelo conforto, se a falta de sentimento é o maior desconforto que se possa sentir?

26.6.12

Quando se gosta, gosta-se muito.

O gostar pouco é das coisas mais difíceis de esconder ou disfarçar. O gostar quer-se em grande, poucochinho não é suficiente, nunca. O gostar vem acompanhado de sorrisos, de querer estar, de querer tocar, olhar, provar, ter. De colocar à prova os sentidos, de esquecer o tempo, de dedicação.
Tudo o que saia disto...sabe-me a pouco.

25.6.12

Bora?

Vamos todos tirar uma foto ao marcador de temperatura do nosso carro, colocar os filtros do instagram e colocar no Facebook? Vamos?
Não é super original?
Super inédito?
Não é?

...

Não é?

..............................

22.6.12

Afinal, o que é uma mulher com curvas?


Concordo em absoluto que uma mulher não pode ser uma tábua de passar.
Ou passar por um rapazinho de 12 anos.
Mas por vezes pode ser complicado perceber o limite entre "curvas" e "curvas aceitáveis".
Afinal qual é o "ideal"?

É só a mim?!

No trabalho falo com várias pessoas de outros países, normalmente por e-mail, pelo que frequentemente é um choque perceber, quando finalmente se passa para a chamada telefónica, que a pessoa a quem andávamos há 1 ano a pensar que era um homem...nos responde com voz adociçada e fininha.

21.6.12

À atenção dos meninos deste Portugal.

Se insistem mesmo em depilar os braços...façam-no com cera.
É que no peito, vá, ainda dá para tapar, para disfarçar.
Mas no Verão, aquela míriade de pêlos espetadinhos que só eles, pelos bracinhos todos, dá-me medo. E receio. Estilo cacto, estão a ver?

As piores desculpas de sempre.

"isto não é o que parece"."eu não menti, apenas omiti!"
"tu nunca perguntaste!"
"menti-te para o teu bem".
"não disse para não te chateares..."
"eu posso explicar..."

Ora bem, não há coisa que mais chateie uma pessoa do que sentir-se traída, enganada, que lhe mentiram ou omitiram... e o que é que pode piorar esse cenário? Ouvir desculpas esfarrapadas.
Nestes cenários acho que o melhor mesmo é admitir um mea culpa e tentar resolver as coisas.

E vocês?
Quais foram as situações em que tiveram de ouvir desculpas de cocorocó?

20.6.12

Princesas Reais.

Tenho em crer que muitos ideais de vida feminina tiveram origem nessa grande instituição que é a Disney. Mas acho que toda a gente já é grandinha o suficiente para podermos perceber que nem todas as princesas são perfeitas.
A Branca de Neve, por exemplo:


Branca de Neve com depressão.

Branca de Neve distúrbio alimentar.
Branca de Neve ressacada.
Branca de Neve attention whore.

Por isso, que lição há a reter?
Até a princesa que parece a mais perfeita, tem os seus problemas.
Mas ei, é isso que torna as coisas divertidas, não é?

19.6.12

Post para as meninas.

E a Mango que está com 50% de desconto?
Confesso que andei um pouco de costas voltadas com eles...as últimas colecções, à excepção de algumas peças, não me encheram o olho, mas especialmente agora em vestidos há coisas giríssimas.

Este já cá canta:




18.6.12

Remodelações lá em casa.

Andamos a pensar renovar algumas coisas lá em casa.
Após cuidada análise noto que o nosso trono real devia ganhar outro encanto.
Assim propus:

Vamos esperar a reacção...

15.6.12

Eles e os calções de banho.

A relação do homem com o seu calção de banho é de pura macheza. O homem anda ali com o mesmo calçonette desde 1990, o que, na sua mente, é recente, "e dá bem para o gasto".
Mas temos de ser sinceras, há por aí muito calção tenebroso. Nem todos pensarão assim, principalmente os mais jovens, mas se atentarmos veremos maravilhosos exemplos por todo esse areal português.
A começar no calção fui-salva-vidas-em-1980, ou o três-tamanhos-acima-e-estava-perfeito.
Gosto de ver também que o português está a ficar desinibido, nomeadamente, ostentanto a sua barriguinha de 7 meses com um sungão justinho que se perde algures no nalguedo, deixando antever necessidades depilatórias várias.

Maria, o moço das bólas de berlinne já passou?!

Para mim é isto (e muito mais...) que torna a praia portuguesa tão mágica...

14.6.12

Uma palavrinha ao Sr Mark Zuckerberg.

Colocar Relationship Tags nos amigos.
Ou seja, imaginemos que há aquela tipa chata que vos adicionou e a quem não podiam recusar o convite. Faziam um Tag na categoria "chata" aka pain in the ass e, magicamente, todas aquelas publicações com cachorrinhos e pintaínhos bebés desapareceriam do vosso mural.

Ou aquela tipa que no fundo é meio cabra e vocês não suportam?
Apareciam as fotos da mesma, mas só aquelas em que a dita está gorda, ou com um lazy eye, vestida de suspiro ou com uma cratera lunar na testa.

Da mesma forma para os malucos d'A tua cara não me é estranha/Ídolos que passam as galas a postar comentários - um clique e *puuuffff* desapareciam todas as suas "sábias" constatações.

Ou as encalhadex, que vibram com postagens ao nível de "não preciso de homem" na mesma foto em que metem um tipo bombado e oleado semi-nu.

Ou os haters - tipos que quando publicam uma coisa no Facebook é para dizer mal. Se está sol, é uma merda. Se chove é uma merda. Se está nublado, é uma merda. Se neva...adivinharam: é uma merda.

Acho que isto facilitava em muito a minha coexistência sócio-virtual...

Cada vez que leio "Operação biquini"...

...penso que para a coisa ficar composta deveria mesmo ser operação-cirúrgica-para-ficar-bem-no-biquíni.
Mas que fazer?
É como se o chocolate tivesse heroína...
(ou gomas. e gelados. e massas. e hamburgueres. e todas essas coisas. é tudo droga, senhores, tudo droga!)

Toda a gente quer...

Ser uma it-girl.
E eu vejo o desfile (montra) de roupa nova, cremes xpto, maquilhagem, sapatos, festas e afins, e penso "porra, eu não tenho guito para esta merda".
Eu também gostava de ser uma it-girl, mas tinham de levar com os meus posts com a roupinha da colecção da Zara, Mango, H&M e afins de há 4 anos.
Mas juro que faço uma excelente conjugação cromática, ok?

12.6.12

O meu problema com as massagens profissionais.

a) são caras.
b) sinto sempre que aquilo vai descambar num daqueles filmes maus em que a alemã com bi-curiosidade deixa escorregar o polegar (e tudo o mais) para onde não deve.

Camel toe - o fenómeno.

Ninguém merece, é o que vos digo.
O Camel Toe, quero eu acreditar, surge por distracção, por calcitas justas demais, por uma banhoca ali na barriga a querer ser disfarçada puxando a calçoca para cima...não quero acreditar que existe malta que exibe o seu camel toe com orgulho, numa tentativa, quiçá, de despertar instintos sexuais nos machos alheios.
O que sei é que é poluição visual para mi ricos ojos.
E depois, é como um acidente...por mais que queira, não consigo desviar o olhar.

Ter uma criança de 13 meses é...

...descobrir que a sanita exerce um estranho fascínio sobre as crianças.


11.6.12

Eu e as anedotas.

Sabem aquelas pessoas que a meio da anedota já se estão a rir sozinhas?
Que fazem um compasso de riso (em que o outro fica à espera...................................) pela punch line?
Pois. Isto sou eu.
Isso e ter aquela incapacidade de decorar piadas.
Era coisa para dar jeito, ser uma Fernanda Rocha de bolso, mas não sou.
Normalmente sei 1 ou 2 e metem invariavelmente animais ou um português, um inglês e um francês.
(Pergunto-me porque nunca há um angolano ou um colombiano nas piadas.)
Isto tudo para dizer que há segundos lembrei-me da única piada que sabia de cor durante toda uma infância em que piadas eram a moeda de troca das miúdas que queriam-ser-amigas-dos-rapazes-mas-não-jogavam-à-bola:

    Era uma vez um inglês, um francês e um alentejano que tinham ido passar uma noite num hotel.
    O inglês vai para o quarto entra e ouve uma voz.
    - Eu sou o fantasma das cuecas rotas.
    E o inglês fugiu.
    Depois veio o francês.
    E o fantasma repetiu a mesma coisa:
    - Eu sou o fantasma das cuecas rotas.
    O francês fugiu.
    Depois veio o alentejano.   
    O fantasma repetiu a mesma coisa:
    -Eu sou o fantasma das cuecas rotas.
    E o alentejano disse-lhe:
    - Toma lá o dinheiro e vai comprar umas.

E agora que penso nisto...isto não tem piada.

Eu bem gostava, mas não dá.

Não consigo gostar de saladas.
Ok gosto quando estão...a acompanhar alguma coisa. E quando são a simples alface, tomate e cebola bem temperadas.
De resto, pois que podem meter-lhe nozes, queijo fresco, pinhões, ananás, maçã, vinagretes e o rais que parta, que eu continuo a gostar é de um bom bife!

Eis ao que me sabe a saladinha:

10.6.12

A tara do "casar".


Apesar de, agora, pertencer ao clube das casadas, confesso que nunca foi um objectivo de vida.
Obviamente faz sentido para mim, foi uma escolha e um desejo, mas não era algo em que pensasse (obsessivamente) muito.
Vejo amiúde que por aí não é bem assim, especialmente na facção feminina, cujo propósito de vida parecer ser o de dar o nó e ter um ranchoca de filhos. Vão surgindo algumas emancipadas excepções, mas é um costume "social" ainda muito enraizado.
Daí que quando se deparam com um espécime que afirma não ter medo de compromissos e que deseja constituir casamento e família, oh senhor, é ver as moças fazer fila.
Ainda acho que deve ser algo que acontece porque há esse amor especial, que nos faz querer virar costas a uma hipocrisia crescente, não uma mera formalidade contratual que aos olhos da sociedade nos confere um ar mais sério e responsável.
A vida já tem imensas coisas sérias, casar só faz sentido com paixão, com entusiasmo, com vontade e a acreditar que será para sempre.
Talvez por isso tantos casamentos estejam condenados à partida.

9.6.12

A big No-No.

Aqueles tipos que vivem para o ginásio. Que quase se acariciam falaciosamente. Que comparam músculos e discutem batidinhos proteicos. Armários de todos os tamanho, começando pelos pés e, infelizmente, terminando no cérebro.
Querem saber? As mulheres não gostam de meninos que não conseguem fechar os braços, sim?

8.6.12

Não há cu.

Esta é uma expressão que uso amiúde.
Não é provavelmente uma expressão digna do charme e mistério de uma mulher, mas retrata bastante bem os meus sentimentos para com o resto do mundo.
Eu até sou um amor de pessoa, a sério, mas o tempo tem-me refinado a paciência e especialmente nos últimos tempos, Jesus tem-me premiado com a presença e companhia de pessoas que desafiam constantemente o meu espírito.
Não há vergonha nenhuma nisto, não tenho problemas nenhuns com pessoas burras, apenas com pessoas que sendo burras, se acham o supra-sumo, e achando-se, acham igualmente que é meu dever levar com as tretas delas.

Confesso: faz-me espécie.

Ouvir por todo o lado jovens queixarem-se de falta emprego, de más condições, de falta de oportunidades, de parca aposta, quando pouco ou nada fazem para mudar isso.
As coisas estão más, efectivamente. Claramente existem muitas pessoas com valor que não têm a vida profissional que poderiam e deveriam ter. Seria tudo muito melhor se houvesse muito emprego, bons salários, trabalhos aliciantes, reconhecimento...
Faz-me confusão ver tanta gente que acha que tirar um curso lhe dá automaticamente direito a um emprego na área, com bom horário e um bom salário.
Custa dizê-lo, mas a vida não é assim. Ou pelo menos não é assim para quem não tem padrinhos.
Admito que olho para algumas pessoas e percebo a razão de não arranjarem emprego na sua área.
Os cursos não formam profissionais, simplesmente são uma pequena amostra e preparação para a vida profissional. Daí que seja apenas natural termos um início humilde, curioso, criativo, persistente, porque é isso que vai ser preciso se quisermos evoluir.
É muito fácil cruzar os braços e achar que já se fez tudo para arranjar emprego.
Quando acabei o curso passava grande parte do dia a elaborar cartas de motivação, refazer CV, entregar currículos em mão, responder a ofertas, fazer candidaturas espontâneas, ir ao Centro de Emprego, apostar na minha formação, trabalhar a troco de nada...e tudo isto para poder simplesmente ganhar experiência e ter um trabalho.
Agora, apanhar com queixas dia sim, dia sim, e ver a malta ir gastar o dinheiro dos pais em lojas com coisas que nem com independência financeira me atreveria a adquirir? Viver para as tendências, para as modas, para as saídas? Ouvir que não arranjam emprego "mas até já mandaram um currículo por e-mail no mês passado!"?.
Eu também sei o que é querer trabalhar e não poder, de ver as oportunidades a irem para outra pessoa. Mas sempre soube "não foi desta, mas uma oportunidade será para mim se continuar a tentar".
Tive a sorte de poder quase "pagar para trabalhar" no início, coisa que nem toda a gente se pode dar ao luxo de fazer.
Há pessoas com vidas realmente difíceis, que passam dificuldades, que realmente trabalham "no que aparece" porque tem de ser, ou que se esforçam e não arranjam simplesmente emprego.
Mas há também muita gente que não quer trabalhar.
E se não querem, deixem-se estar quietinhos e caladinhos, ao invés de gritarem aos sete ventos o quão coitadinhos são porque não arranjam um trabalho das 9h às 17h, com carro, telemóvel, 1500€ de salário, 25 dias de férias e muitas pontes institucionais.
Há quem viva para trabalhar, há quem se sinta realizado com um emprego e existem os comuns mortais, que trabalham para ganhar a vida, sustentar uma família e poder dar-se a uns pequenos luxos de classe média de quando em quando.

6.6.12

Sugestões futuras para capas da Playboy portuguesa.

Confesso que após esta segunda edição da Playboy portuguesa, desta feita com a Dânia Neto (que confesso, até seria uma boa escolha, tivesse ela revelado mais qualquer coisinha), sinto-me no dever de ajudar os senhores da Playboy.
Assim sendo, aqui ficam umas muito honrosas sugestões para a melhoria de vendas:

Sara Norte - Fantasias na Prisão


José Raposo e Sara Barradas - Pressão Nupcial


Alexandra Lencastre - Milf ao varão


José Carlos Malato - Salvem o Willy


Sónia Brazão - Maroteira na Churrasqueira

...

Acho que com edições destas é que a Playboy ia vender.

E mais sugestões?

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E para satisfazer os leitores:

Ronalda - A Apanha-Bolas

Cláudio Ramos - Casada e Desenfreada!




5.6.12

O Ken.


Apresento-vos o único "Ken" que tive na vida.
E dizem vocês, ahhh e tal, mas isso não é um Ken.
Isso, aliás, parece bastante ser o Brandon da mítica série 90210.
Se calhar é porque é.
Como qualquer menina de 10 anos, ansiava por um companheiro de enredos novelescos à altura para a minha Barbie. Um tipo com boa pinta, romântico, excelente amante e um óptimo ouvinte.
Tudo o que um Ken deveria ser para uma Barbie.

Não me importava de esperar pelo "tal", aquele que seria o causador de tanta futura rivalidade.
Tanto que esperei desde os 6 anos até aos 10 para poder unir aqueles dois num relacionamento estável e feliz, apenas desvirtuado pela chegada da Teresa (a outra) em 1997.
...
Mas saiu-me isto.
Um tipo algo panasquinha, que parece trabalhar num diner, sem uma barbinha, com um six pack tão fraquinho que eu tive de o desenhar a marcador preto e um ar bastante delicodoce, que me levou a fazer-lhe umas sardas (não perguntem porquê) e umas olheiras, para parecer que, pelo menos, era um gajo que saía à noite e poderia aparentar ser um bad boy, para contrastar com o seu terno interior - o sonho de qualquer gaja, manifestado já nos desejos inconscientes de uma pré-teen.
E sim, todas as meninas fazem histórias de amor tórrido a ouvir cassetes dos Spandau Ballet.

Ok, talvez não dos Spandau Ballet, mas era o que havia, ok?

Quem é quem, tu queressss sabeeeerrr.

Confesso, quando era miúda adorava o "Quem é quem?".

Vamos fazer então um pequeno joguinho:

Vocês deixam-me pistas para quem será a pessoa a quem se estão a referir e eu terei de adivinhar.
(e fazer figura de ursa 95% do tempo)
Bora?

4.6.12

Abertura da época balnear no estaminé.

E é assim, muito solinho, calor, minis e caracóis, com um novo header.

Coisas fashion que não entendo.

Aquela coisa dos peixinhos que comem peles.


Eu pensava que isso era coisa para a malta com psoríase, confesso.
Se quero fazer um peeling, vá, (nunca tal coisa fiz) a última coisa que me apetece é refastelar-me numa cadeirinha com mais 15 peixinhos a comer-me as peles dos pézinhos e das mãozinhas.
Não.
Olá Sra. Pedra Pomes. Olá Sr. creme hidratante.

(Já nem falando que na Tailândia os peixes cobram bem menos)

1.6.12

Sou só eu?!

Que acho que a empresa de organização de eventos da Mónica e do Rubim, chamada "Vai bater" é o maior tiro no pé de sempre? O Empresa na hora devia emitir um comunicado a dizer que não se responsabiliza por merdas destas.

Vai bater?
...Really?

Amori, é hóji que mi vais bátere?
E já nem falo no raio do anúncio que fizeram, em que para promover o nome da empresa "Vai Bater", o Rubim dá uma cabeçada à mulher. Sim, porque isso é que é publicidade inteligente.

Só por curiosidade, organizam o quê?
Raves?
Corridas de aspiração de linhas de coca?
Concursos de quem consegue ingerir mais litros de cerveja por segundo?

Ou então vai na volta querem é abrir o Fight Club português.