O vídeo "ousado" de Castelo Branco começou a circular na Internet.
Eu se fosse a malta pensava duas vezes antes de fazer determinas "pesquisas".
Medo.
Muito medo.
29.2.12
26.2.12
Para mim, o maior flagelo da vida feminina.
Não é dar à luz, não é ter o período todos os meses, não é o TPM, não é o pensar demais, não é as hormonas...
É a depilação.
A sério, cada vez que penso que tenho de ir lá alçar a perninha para a depilação das virilhas, até tremo.
Pois que é tudo muito bonito no dia a seguir "ahhh tão giro e bonitinho que está - assim sim".
Mas a dor, meus caros, a doooor. Juro que não sou mariquinhas e até tolero bem a dor...menos esta.
Eu limpei a casa toda e fiz o IRS com contracções for God's sake...mas a depilación mata-me.
Detesto.
Na minha mente passa o filme "Já sei que vais puxar essa porcaria. Puxa. Que é que estás à...AAAHhAHAHHAHAHHhhhhhhhhhhhhhhh...espera!!! *mini-lágrima*..................p*ta."
Ninguém me tira da ideia que aquele é o momento priveligiado para se vingarem das outras mulheres.
No fundo, têm o controlo e se quiserem podem por-te ali a chamar pela mamã, basta um descuidozinho com a cera demasiado quente, uma banda mal puxada, ou até um trabalho mal executado, que te faz ponderar afinal porque gastaste dinheiro se era para aquilo ficar uma bela porcaria, qual careca de homem com 3 ou 4 cabelos mal semeados.
Mas lá está, a mulher é um ser estóico. Colocamo-nos à disposição dos mais altos sacrifícios, quais mártires, para estarmos mais bonitas, mais cuidadas, mais arranjadinhas. E tudo com um sorriso e saltos altos.
Beat that.
É a depilação.
A sério, cada vez que penso que tenho de ir lá alçar a perninha para a depilação das virilhas, até tremo.
Pois que é tudo muito bonito no dia a seguir "ahhh tão giro e bonitinho que está - assim sim".
Mas a dor, meus caros, a doooor. Juro que não sou mariquinhas e até tolero bem a dor...menos esta.
Eu limpei a casa toda e fiz o IRS com contracções for God's sake...mas a depilación mata-me.
Detesto.
Na minha mente passa o filme "Já sei que vais puxar essa porcaria. Puxa. Que é que estás à...AAAHhAHAHHAHAHHhhhhhhhhhhhhhhh...espera!!! *mini-lágrima*..................p*ta."
Ninguém me tira da ideia que aquele é o momento priveligiado para se vingarem das outras mulheres.
No fundo, têm o controlo e se quiserem podem por-te ali a chamar pela mamã, basta um descuidozinho com a cera demasiado quente, uma banda mal puxada, ou até um trabalho mal executado, que te faz ponderar afinal porque gastaste dinheiro se era para aquilo ficar uma bela porcaria, qual careca de homem com 3 ou 4 cabelos mal semeados.
Mas lá está, a mulher é um ser estóico. Colocamo-nos à disposição dos mais altos sacrifícios, quais mártires, para estarmos mais bonitas, mais cuidadas, mais arranjadinhas. E tudo com um sorriso e saltos altos.
Beat that.
24.2.12
PQP os tipos da internet+voz+televisão.
Isto é como ter amantes. Pensas que o teu já não te serve muito bem, está a ficar caro, com vícios. Ponderas mudar quando és aliciado por um "serviço" mais dinâmico e com melhor preço-qualidade.
Depois, vais a ver, e é tudo a mesma coisa.
Pior, só te causa transtornos, atrasos e por vezes dás por ti já sem serventia e ainda à espera das promessas vãs do outro.
Isto para dizer que ando há 2 semanas para me instalarem o serviço Meo Fibra, tendo terminado a minha relação consolidada com a Zon. Já lá foram a casa e, por um erro deles, não puderam fazer a instalação. Agora ligam-me a dizer: Ohhh só vai dar dia 5. Está bem para si?
Resposta: Que remédio, não tenho outra hipótese.
E até lá minhas tartaruguinhas ninja?
Não tenho net, fico sem televisão?
Eu sei que tenho livros para ler, casa para arrumar, roupa para passar, mimos para distribuir e outros quejandos. Mas já estou atrasada nas minhas séries habituais, já vi a maior parte dos filmes fixes que para lá tenho e ando atrasada nas leituras cibernéticas.
Pffff.
Inspira Cueca Maria.
Expira Cueca Maria.
Depois, vais a ver, e é tudo a mesma coisa.
Pior, só te causa transtornos, atrasos e por vezes dás por ti já sem serventia e ainda à espera das promessas vãs do outro.
Isto para dizer que ando há 2 semanas para me instalarem o serviço Meo Fibra, tendo terminado a minha relação consolidada com a Zon. Já lá foram a casa e, por um erro deles, não puderam fazer a instalação. Agora ligam-me a dizer: Ohhh só vai dar dia 5. Está bem para si?
Resposta: Que remédio, não tenho outra hipótese.
E até lá minhas tartaruguinhas ninja?
Não tenho net, fico sem televisão?
Eu sei que tenho livros para ler, casa para arrumar, roupa para passar, mimos para distribuir e outros quejandos. Mas já estou atrasada nas minhas séries habituais, já vi a maior parte dos filmes fixes que para lá tenho e ando atrasada nas leituras cibernéticas.
Pffff.
Inspira Cueca Maria.
Expira Cueca Maria.
23.2.12
Coisas que dão cabo de mim, mas que no fundo são sinais de que devia ser uma melhor pessoa.
...tenho cãimbras. Muitas vezes.
Se quiserem fazer piadas sobre ter de comer mais banana (rica em magnésio), dispenso. Já como o suficiente.
Agora, ninguém me tira da ideia que é voodoo de alguém o facto de acordar a meio da dor com esgares de dor devido a cãimbras em sítios tão estúpidos (e dolorosos) como...os dedos dos pés.
Ninguém tem cãimbras aí. É um sítio parvo.
Agora vou só ali lanchar uma banana. Não custa ir tentando.
Se quiserem fazer piadas sobre ter de comer mais banana (rica em magnésio), dispenso. Já como o suficiente.
Agora, ninguém me tira da ideia que é voodoo de alguém o facto de acordar a meio da dor com esgares de dor devido a cãimbras em sítios tão estúpidos (e dolorosos) como...os dedos dos pés.
Ninguém tem cãimbras aí. É um sítio parvo.
Agora vou só ali lanchar uma banana. Não custa ir tentando.
O problema das primeiras impressões.
Eu costumo simpatizar com as pessoas. Juro.
Não costumo andar constantemento no "dá cá beijinho", "parece que te conheço desde sempre", "love you giiiirrrlllssss".
Não quer dizer que não goste da pessoa, por vezes até gosto, mas demoro um pouco até à demonstração afectuosa. E, sinceramente, irrita-me profundamente a malta que me conhece há dois segundos e acha que somos amigos para a vida insistindo no toque e proximidade física constante.
Por vezes, acontece não ir à bola assim à primeira vista. E o meu "problema" é que se não for à bola assim do pé para a mão, toda a gente vai perceber, mesmo se me esforçar por ser simpática.
A transparência é algo que me assiste, mas no fundo acho que sou meio bicho do mato.
Não costumo andar constantemento no "dá cá beijinho", "parece que te conheço desde sempre", "love you giiiirrrlllssss".
Não quer dizer que não goste da pessoa, por vezes até gosto, mas demoro um pouco até à demonstração afectuosa. E, sinceramente, irrita-me profundamente a malta que me conhece há dois segundos e acha que somos amigos para a vida insistindo no toque e proximidade física constante.
Por vezes, acontece não ir à bola assim à primeira vista. E o meu "problema" é que se não for à bola assim do pé para a mão, toda a gente vai perceber, mesmo se me esforçar por ser simpática.
A transparência é algo que me assiste, mas no fundo acho que sou meio bicho do mato.
22.2.12
Conversas de bebés.
Há pessoas que quando têm filhos sentem uma necessidade enorme de gritar aos sete ventos as maravilhas da maternidade, as gracinhas dos filhos, de que cor é o cocó, quantas vezes fazem chichi, se já se sentam, tiram macacos do nariz ou quejandos.
Confesso que me intriga um pouco esta postura de viver exclusivamente para um filho, da anulação própria, da falta de gostos e interesses ou temas de conversa.
Sinceramente intriga-me essa necessidade de mudar quem se é.
E não é por não perceber o quão absorvente é ser-se mãe. Sei-o exactamente como qualquer outra.
Sei o quão diferentes as coisas ficam, o quão complicado é, o quão maravilhoso é, o que é sentir o maior amor do mundo.
Mas sei também que éramos pessoas antes disso. Não entendo a falta de noção de que existe vida para além da vida familiar.
As outras pessoas não acham graça a que o cocó do Tomás seja em "S", ou que a Maria só goste de comer estrelitas, ou que o Abel bata em todos os putos da creche.
Há uma tolerância de cerca de 10m de conversação sobre criançada. Depois acabou.
É um favor que fazem a todos.
Confesso que me intriga um pouco esta postura de viver exclusivamente para um filho, da anulação própria, da falta de gostos e interesses ou temas de conversa.
Sinceramente intriga-me essa necessidade de mudar quem se é.
E não é por não perceber o quão absorvente é ser-se mãe. Sei-o exactamente como qualquer outra.
Sei o quão diferentes as coisas ficam, o quão complicado é, o quão maravilhoso é, o que é sentir o maior amor do mundo.
Mas sei também que éramos pessoas antes disso. Não entendo a falta de noção de que existe vida para além da vida familiar.
As outras pessoas não acham graça a que o cocó do Tomás seja em "S", ou que a Maria só goste de comer estrelitas, ou que o Abel bata em todos os putos da creche.
Há uma tolerância de cerca de 10m de conversação sobre criançada. Depois acabou.
É um favor que fazem a todos.
17.2.12
O novo cardeal quer olhar por nós.
Diz ele que "a mulher deve ficar em casa", porque é sua função "a educação dos filhos".
Diria eu, aliás, que os filhos fazem-se sozinhos, por obra e graça do Espirito Santo. Um pai não ajuda a educar uma criança, não é um pilar essencial, vai na volta só serve para ganhar dinheiro suficiente para colocar pão na mesa.
E ai de que exista uma mulher que ganhe mais que o homem, que trabalhe mais horas, que tenha de viajar com frequência. Nada disso, o lugar dela é a tratar da casa e dos filhos.
E depois, os pais não são inúteis nenhuns. A mãe apenas não é um ser completo e perfeito. O pai e a mãe, idealmente, completam-se, até em termos de personalidade. Uma criança só tem vantagens em ter dois modelos presentes e activos.
Não tenho vocação para dondoca. Não conseguiria ficar em casa apenas com o papel de mãe.
Nem conseguiria ser feliz apenas dessa forma.
E ainda me custa ver este machismo antigo todo junto. Não faz sentido, nem espelha a realidade que vivemos.
Diria eu, aliás, que os filhos fazem-se sozinhos, por obra e graça do Espirito Santo. Um pai não ajuda a educar uma criança, não é um pilar essencial, vai na volta só serve para ganhar dinheiro suficiente para colocar pão na mesa.
E ai de que exista uma mulher que ganhe mais que o homem, que trabalhe mais horas, que tenha de viajar com frequência. Nada disso, o lugar dela é a tratar da casa e dos filhos.
E depois, os pais não são inúteis nenhuns. A mãe apenas não é um ser completo e perfeito. O pai e a mãe, idealmente, completam-se, até em termos de personalidade. Uma criança só tem vantagens em ter dois modelos presentes e activos.
Não tenho vocação para dondoca. Não conseguiria ficar em casa apenas com o papel de mãe.
Nem conseguiria ser feliz apenas dessa forma.
E ainda me custa ver este machismo antigo todo junto. Não faz sentido, nem espelha a realidade que vivemos.
Sabes que estás perante uma epidemia quando...
...no meio de uma reunião, começas a ouvir em crescendo o "Nossa, nossa, assim você me maaaata".
Pensas por 3,4s que estás a sonhar, mas não.
Do telemóvel de uma espanhola, numa reunião em França, o Teló chegou lá.
Quando até a mulher dele está farta da música e pede o divórcio (vamos assumir que foi essa a causa), já não digo nada.
Pensas por 3,4s que estás a sonhar, mas não.
Do telemóvel de uma espanhola, numa reunião em França, o Teló chegou lá.
Quando até a mulher dele está farta da música e pede o divórcio (vamos assumir que foi essa a causa), já não digo nada.
16.2.12
Há dias, ao folhear a Happy deste mês...
...estando em contacto com o meu melhor lado de gaja, a ver sítios giros onde ir, roupa gira e descontos...deparo-me com um artigo sobre "Porque é que os homens recorrem a acompanhantes de luxo".
Todo o artigo dava aquela ideia de "oh coitadinhos, é só um escape do stress do dia-a-dia".
E isto é coisa para me mexer com os nervos.Primeiro, o artigo nem focava homens solteiros, eram pessoas comprometidas.
Segundo, fazia passar a mensagem de que as mulheres servem para garantir as necessidades dos homens (várias), apenas e só isso.
Terceiro, sugeria que os pobrezinhos recorriam às ditas moças, "para conversar". Porque "tinham uma companheira, mas não uma companhia".
E tudo isto me faz pensar. Mas esta gente é completamente estúpida?
Então um tipo incha uns largos euros...para ir conversar? Para isso há psicólogos, psiquiatras, amigos, família...errr...a mulher?
Faz-me espécie ver na imprensa, e em geral, todas essas vozes de revolta quanto ao poder da mulher, a emancipação, a liberdade, o típico não-preciso-de-homens-para-nada...e depois dar de caras com artigos como este que premeiam a subserviência, a humilhação e a falta de auto-estima com a maior das naturalidades.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
Todo o artigo dava aquela ideia de "oh coitadinhos, é só um escape do stress do dia-a-dia".
E isto é coisa para me mexer com os nervos.Primeiro, o artigo nem focava homens solteiros, eram pessoas comprometidas.
Segundo, fazia passar a mensagem de que as mulheres servem para garantir as necessidades dos homens (várias), apenas e só isso.
Terceiro, sugeria que os pobrezinhos recorriam às ditas moças, "para conversar". Porque "tinham uma companheira, mas não uma companhia".
E tudo isto me faz pensar. Mas esta gente é completamente estúpida?
Então um tipo incha uns largos euros...para ir conversar? Para isso há psicólogos, psiquiatras, amigos, família...errr...a mulher?
Faz-me espécie ver na imprensa, e em geral, todas essas vozes de revolta quanto ao poder da mulher, a emancipação, a liberdade, o típico não-preciso-de-homens-para-nada...e depois dar de caras com artigos como este que premeiam a subserviência, a humilhação e a falta de auto-estima com a maior das naturalidades.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
15.2.12
Ahhh Cueca, onde andas, o que fazes?
Em França, a trabalho.
Mas desengane-se quem pensa que é tudo passeios e diversão.
Ontem cheguei perto das 23h00 e estava tudo escuro que sei lá. Um frio que não se podia e eu não fazia puto de ideia de como ir para o hotel ou a que distância do aeroporto ficava.
Fui abordada por um nigeriano de quase 2m que, juro, me fez temer pela vida e pela carteira.
Já via a minha vida a andar para trás, mas, após o belíssimo pagamento de 60€ de táxi (QUE ROUBO; ABUSO; CAMBADA DE CHULOS DE TURISTAS!!) cheguei ao hotel.
Aqui, mais um senhor com ar duvidoso, com potencial para motel de esquina, me indicou finalmente o meu quarto (após espojar-me de mais 100€).
Hoje o que salvou foram os pacotinhos de Nutella para aguentar um dia de reuniões. Qual café, qual quê.
Mas por volta da hora de almoço já estava esganadinha de fome, confesso.
E deparo-me com quê?
Com uma refeição como deve ser?
Não.
Com 4 quadradinhos de comida, dois dos quais compostos por pão de pássaro seco e rijo com queijos duvidosos. Andei ali no limbo entre deixar ficar ou proteger a minha honra de portuguesa.
Escolhi o segundo. Mas confesso, estou com medo das represálias físicas do meu corpo habituadinho a comer como deve ser.
Ahhh que saudadinhas de Portugal.
Au revoir mon cullotes!
Mas desengane-se quem pensa que é tudo passeios e diversão.
Ontem cheguei perto das 23h00 e estava tudo escuro que sei lá. Um frio que não se podia e eu não fazia puto de ideia de como ir para o hotel ou a que distância do aeroporto ficava.
Fui abordada por um nigeriano de quase 2m que, juro, me fez temer pela vida e pela carteira.
Já via a minha vida a andar para trás, mas, após o belíssimo pagamento de 60€ de táxi (QUE ROUBO; ABUSO; CAMBADA DE CHULOS DE TURISTAS!!) cheguei ao hotel.
Aqui, mais um senhor com ar duvidoso, com potencial para motel de esquina, me indicou finalmente o meu quarto (após espojar-me de mais 100€).
Hoje o que salvou foram os pacotinhos de Nutella para aguentar um dia de reuniões. Qual café, qual quê.
Mas por volta da hora de almoço já estava esganadinha de fome, confesso.
E deparo-me com quê?
Com uma refeição como deve ser?
Não.
Com 4 quadradinhos de comida, dois dos quais compostos por pão de pássaro seco e rijo com queijos duvidosos. Andei ali no limbo entre deixar ficar ou proteger a minha honra de portuguesa.
Escolhi o segundo. Mas confesso, estou com medo das represálias físicas do meu corpo habituadinho a comer como deve ser.
Ahhh que saudadinhas de Portugal.
Au revoir mon cullotes!
12.2.12
TAV - Toda a Verdade.
Ir à casa-de-banho para falar mal dos homens?
Para ter alguém a controlar a porta e certificar-se que nenhuma calmeirona nos apanha de cuecas na mão?
Retocar a maquilhagem juntas, partilhando o blush?
Nada disso.
Toda a verdade:
8.2.12
Afinal, o tamanho importa?
Uma das preocupações do homem é se o sim-senhor tem comprimento e/ou largura suficientes.
E com razão, digo.
Desde jovens imberbes que toda a sua concentração está ali.
Depois dos primeiros test drives, não há adolescente que não perca uns bons minutos a medir(-se), dando azo à regra da adição surpreendente (que consiste em acrescentar 3 cm ao verdadeiro tamanho), bem como à mítica comparação de tamanho, seguida do concurso: ver quem mija mais longe.
Felizmente nunca tive de deliberar no photo finish disso, mas posso dizer que já assisti a discussões acesas, com os pobres jovens a lutar pelo título "Mister Rocco".
Mas nada temam. Apesar de importante, não deverão ter uma obssessão pouco saudável. Digamos que esta questão aproxima o homem ao universo feminino: ou seja, preocupam-se com coisas que dificilmente podem mudar. E sendo esse o caso, mais vale recostarem-se e apreciarem a viagem, ao invés de estarem preocupados se aquilo chega para as despesas ou não.
Há muitas outras coisas que as mulheres valorizam e que facilmente podem compensar esse atributo mínimo (pfihihihi).
Simplesmente poupem-nos a expressões como: pequenino mas trabalhador. Ou advogarem ao mundo que sim, têm um pénis pequeno, com orgulho!. Ou, pior, fazerem questão de trazer a salsicha nobre para a festa, deixando-a à vista de todos.
Acreditem, já presenciei todos estes momentos e em nenhum deles a coisa acabou bem.
E com razão, digo.
Desde jovens imberbes que toda a sua concentração está ali.
Depois dos primeiros test drives, não há adolescente que não perca uns bons minutos a medir(-se), dando azo à regra da adição surpreendente (que consiste em acrescentar 3 cm ao verdadeiro tamanho), bem como à mítica comparação de tamanho, seguida do concurso: ver quem mija mais longe.
Felizmente nunca tive de deliberar no photo finish disso, mas posso dizer que já assisti a discussões acesas, com os pobres jovens a lutar pelo título "Mister Rocco".
Mas nada temam. Apesar de importante, não deverão ter uma obssessão pouco saudável. Digamos que esta questão aproxima o homem ao universo feminino: ou seja, preocupam-se com coisas que dificilmente podem mudar. E sendo esse o caso, mais vale recostarem-se e apreciarem a viagem, ao invés de estarem preocupados se aquilo chega para as despesas ou não.
Há muitas outras coisas que as mulheres valorizam e que facilmente podem compensar esse atributo mínimo (pfihihihi).
Simplesmente poupem-nos a expressões como: pequenino mas trabalhador. Ou advogarem ao mundo que sim, têm um pénis pequeno, com orgulho!. Ou, pior, fazerem questão de trazer a salsicha nobre para a festa, deixando-a à vista de todos.
Acreditem, já presenciei todos estes momentos e em nenhum deles a coisa acabou bem.
7.2.12
O que eles queriam mesmo dizer.
Situação: Foto de gaja no Facebook com micro vestido, alto decote e pose provocante.
O que eles dizem: Estás tão elegante!
O que eles queriam dizer: Ca ganda poooorrccaaaa.
Situação: A namorada tem um vestido curto novo.
O que eles dizem: Que vestido tão giro...
O que eles queriam dizer: Bora para a cama?
Situação: A miúda está chorosa por causa de um qualquer berbicacho na sua vida.
O que eles dizem: Precisas falar?
O que eles queriam dizer: Vamos para a cama que isso passa-te.
Situação: Vão sair com amigos e um deles tem uma namorada nova bastante gira.
O que eles dizem: É muito simpática, parece boa para ele.
O que eles queriam dizer: Bem boa!
Situação: É o terceiro encontro.
O que eles dizem: Temos tempo...claro que podemos levar as coisas com calma.
O que eles queriam dizer: Porra, mas isso aí é a muralha da China? Vamos para a cama, pá!
Situação: Colocam na Sportv.
O que eles dizem: Hahãm, sim, como quiseres...
O que eles queriam dizer: Esta hora é sagrada!! Silêncio.
Situação: Ela está chateada.
O que eles dizem: O que foi?
O que eles queriam dizer: O que é que eu fiz agora?
Meninos, e mais?
Meninas, o nosso post segue a seguir ;)
O que eles dizem: Estás tão elegante!
O que eles queriam dizer: Ca ganda poooorrccaaaa.
Situação: A namorada tem um vestido curto novo.
O que eles dizem: Que vestido tão giro...
O que eles queriam dizer: Bora para a cama?
Situação: A miúda está chorosa por causa de um qualquer berbicacho na sua vida.
O que eles dizem: Precisas falar?
O que eles queriam dizer: Vamos para a cama que isso passa-te.
Situação: Vão sair com amigos e um deles tem uma namorada nova bastante gira.
O que eles dizem: É muito simpática, parece boa para ele.
O que eles queriam dizer: Bem boa!
Situação: É o terceiro encontro.
O que eles dizem: Temos tempo...claro que podemos levar as coisas com calma.
O que eles queriam dizer: Porra, mas isso aí é a muralha da China? Vamos para a cama, pá!
Situação: Colocam na Sportv.
O que eles dizem: Hahãm, sim, como quiseres...
O que eles queriam dizer: Esta hora é sagrada!! Silêncio.
Situação: Ela está chateada.
O que eles dizem: O que foi?
O que eles queriam dizer: O que é que eu fiz agora?
Meninos, e mais?
Meninas, o nosso post segue a seguir ;)
As (fatídicas) aulas de Educação Física
Primeiro, não sei se ainda se chamam assim. A marca da idade começa a pesar quando percebes que todo o sistema escolar está diferente daquilo que era "no teu tempo".
Devo dizer que nunca fui verdadeiramente feliz nestas aulas. Ok, com excepção daquele tempo em que tínhamos uma professora e ela adorava as aulas de ginástica. Ohhh o que eu delirava com as cambalhotas, a trave, o trampolim, a espargata, e toda uma míriade de exercícios que me permitiam exibir toda a minha flexibilidade. Vamos admitir que apenas neste campo era efectivamente boa.
Toda a minha vida fui um ser um pouco desajeitado. Sou aquela pessoa que derruba copos, deixa cair talheres, tropeça em pedras da calçada. Tenho melhorado com os anos, muito através do coaching pessoal e repetir até à exaustão mentalmente "não vais cair Cueca maria, não vais cair". Portanto percebem que a minha coordenação olhos-cérebro-mãos não era a mais famosa.
Mas voltando às aulas de ginástica.
Era uma nulidade em corrida de resistência. Óptima em corrida curta, com uma excelente aceleração, mas digamos que a única vez que tentei ir no Corta-Mato escolar desmaiei para lá e dei um grande susto aos meus pais.
Era uma nulidade futebolística. Só sabia defender bolas e marcar golos. Um pouco como o Rui Patrício, versão 12 anos com maminhas.
Era uma nulidade basquetboliana. Ainda por cima não era o cúmulo da altura. Nunca percebi bem as regras (porque nunca me apeteceu perceber) e simplesmente fingia um ar atarefado e a coisa corria.
Por outro lado, era bastante boa na natação.
Mas, até aqui, tive uma experiência péssima no mundo de uma miúda de 15 anos desenvolvida para a sua idade.
Era um dia de avaliação, estavámos a nadar de costas.
Sentia-me em primeiro, ganhando velocidade, pronta para deixar todos os outros para trás, sorrindo perante o sabor da vitória. Eis senão quando olho para as bancadas do andar superior e vejo um bando de marmanjos rindo, apontando e com ar visivelmente satisfeito.
Acho que só tive tempo de vislumbrar a parte de cima do biquini a aparecer ao pé da minha orelha esquerda.
Não é fácil, meus amigos, não é fácil.
E no meio de toda a minha calamidade existente nestas aulas, a minha maior preocupação era, e continuou a ser, o medo gritante de apanhar uma micose nos pés.
Não subestimem as micoses. Eu bem via os meus colegas a coçar os pés entre as meias.
Devo dizer que nunca fui verdadeiramente feliz nestas aulas. Ok, com excepção daquele tempo em que tínhamos uma professora e ela adorava as aulas de ginástica. Ohhh o que eu delirava com as cambalhotas, a trave, o trampolim, a espargata, e toda uma míriade de exercícios que me permitiam exibir toda a minha flexibilidade. Vamos admitir que apenas neste campo era efectivamente boa.
Toda a minha vida fui um ser um pouco desajeitado. Sou aquela pessoa que derruba copos, deixa cair talheres, tropeça em pedras da calçada. Tenho melhorado com os anos, muito através do coaching pessoal e repetir até à exaustão mentalmente "não vais cair Cueca maria, não vais cair". Portanto percebem que a minha coordenação olhos-cérebro-mãos não era a mais famosa.
Mas voltando às aulas de ginástica.
Era uma nulidade em corrida de resistência. Óptima em corrida curta, com uma excelente aceleração, mas digamos que a única vez que tentei ir no Corta-Mato escolar desmaiei para lá e dei um grande susto aos meus pais.
Era uma nulidade futebolística. Só sabia defender bolas e marcar golos. Um pouco como o Rui Patrício, versão 12 anos com maminhas.
Era uma nulidade basquetboliana. Ainda por cima não era o cúmulo da altura. Nunca percebi bem as regras (porque nunca me apeteceu perceber) e simplesmente fingia um ar atarefado e a coisa corria.
Por outro lado, era bastante boa na natação.
Mas, até aqui, tive uma experiência péssima no mundo de uma miúda de 15 anos desenvolvida para a sua idade.
Era um dia de avaliação, estavámos a nadar de costas.
Sentia-me em primeiro, ganhando velocidade, pronta para deixar todos os outros para trás, sorrindo perante o sabor da vitória. Eis senão quando olho para as bancadas do andar superior e vejo um bando de marmanjos rindo, apontando e com ar visivelmente satisfeito.
Acho que só tive tempo de vislumbrar a parte de cima do biquini a aparecer ao pé da minha orelha esquerda.
Não é fácil, meus amigos, não é fácil.
E no meio de toda a minha calamidade existente nestas aulas, a minha maior preocupação era, e continuou a ser, o medo gritante de apanhar uma micose nos pés.
Não subestimem as micoses. Eu bem via os meus colegas a coçar os pés entre as meias.
6.2.12
Porque é que nunca ouvem um tipo dizer à sua respectiva: amor, estás feia que dói.
Por uma única e simples razão: concorrência.
Tornar o produto pouco atractivo aos olhos do mercado (outros gajos, portanto) faz parte do esquema e-viveram-felizes-para-sempre. Sim, porque qualquer mulher, por fraquinha que seja, que passe uma vida toda com outro homem, a dada altura, terá a oportunidade de poder saltar a cerca, ou várias até.
No fundo, lá muito no fundo da cabeça do macho, num dos raros momentos em que demonstram preocupação pelo que quer que seja relativamente ao universo "da relação", pensam: ao menos, é da maneira que a tipa não me trai e não ganho um novo apetrecho para pôr na testa.
Outra das razões é: não quererem ferir os sentimentos da querida. E porquê? Porque isso leva a mais tempo DR (discutindo a relação). É um deslize que pode acontecer e que lhes será relembrado por anos vindouros. Mesmo que seja "essa camisola parece saída do Casal Ventoso" ou "já ias ao ginásio, não?". A primeira ainda pode passar após um argumento feminino como "não percebes nada de moda". O segundo aterrorizará para toda a eternidade os vossos sonhos mais profundos.
Quererá isto dizer que um homem quer uma mulher desengraçada, feínha, desarranjada, só pelo benefício da paz de espírito?
Não.
Obviamente que há também uma costela sua que quer "mostrar a mulher". Ou seja, passear-se (pavonear-se) com aquele ar "viste o que eu saquei?" ou o também apreciado "logo eu é que a levo para casa".
Mas tal como a Primavera é de estações, também o "mostrar a mulher" o é. Casar com uma mulher excessivamente bonita dá cabelos brancos. Um tipo nunca sabe a quantidade de abutres que pairam sobre a sua querida. E, no fundo, é melhor nem saberem ou não conseguiriam ter uma noite sem 2 ou 3 embalagens de Angelicalm para o bucho.
Tornar o produto pouco atractivo aos olhos do mercado (outros gajos, portanto) faz parte do esquema e-viveram-felizes-para-sempre. Sim, porque qualquer mulher, por fraquinha que seja, que passe uma vida toda com outro homem, a dada altura, terá a oportunidade de poder saltar a cerca, ou várias até.
No fundo, lá muito no fundo da cabeça do macho, num dos raros momentos em que demonstram preocupação pelo que quer que seja relativamente ao universo "da relação", pensam: ao menos, é da maneira que a tipa não me trai e não ganho um novo apetrecho para pôr na testa.
Outra das razões é: não quererem ferir os sentimentos da querida. E porquê? Porque isso leva a mais tempo DR (discutindo a relação). É um deslize que pode acontecer e que lhes será relembrado por anos vindouros. Mesmo que seja "essa camisola parece saída do Casal Ventoso" ou "já ias ao ginásio, não?". A primeira ainda pode passar após um argumento feminino como "não percebes nada de moda". O segundo aterrorizará para toda a eternidade os vossos sonhos mais profundos.
Quererá isto dizer que um homem quer uma mulher desengraçada, feínha, desarranjada, só pelo benefício da paz de espírito?
Não.
Obviamente que há também uma costela sua que quer "mostrar a mulher". Ou seja, passear-se (pavonear-se) com aquele ar "viste o que eu saquei?" ou o também apreciado "logo eu é que a levo para casa".
Mas tal como a Primavera é de estações, também o "mostrar a mulher" o é. Casar com uma mulher excessivamente bonita dá cabelos brancos. Um tipo nunca sabe a quantidade de abutres que pairam sobre a sua querida. E, no fundo, é melhor nem saberem ou não conseguiriam ter uma noite sem 2 ou 3 embalagens de Angelicalm para o bucho.
5.2.12
Ohhh gostava tanto de encontrar alguém como tu.
...dizem de olhinhos esbugalhados, após horas de escárnio ao espécime masculino, quase chorando no ombro amigo (e proporcionando o ponto alto da inter-relação com fêmeas da semana).
E o que é que acontece depois?
Abraçam-se e beijam-se desenfreadamente, percebendo que todo um novo mundo de possibilidades se abre dentro deles os dois?
Percebem que a química é inegável e inexplicável?
Perguntam-se o que andaram este tempo todo a ignorar?
O quão felizes poderiam ser há tanto tempo?
Não!
Apenas e só um silêncio constrangedor, enquanto o gajo grita mentalmente "estou aqui c#*#=#$!!!!"
Por isso, antes de abrirem a boca para proferir tal frase, pensem duas vezes, bale?
E o que é que acontece depois?
Abraçam-se e beijam-se desenfreadamente, percebendo que todo um novo mundo de possibilidades se abre dentro deles os dois?
Percebem que a química é inegável e inexplicável?
Perguntam-se o que andaram este tempo todo a ignorar?
O quão felizes poderiam ser há tanto tempo?
Não!
Apenas e só um silêncio constrangedor, enquanto o gajo grita mentalmente "estou aqui c#*#=#$!!!!"
Por isso, antes de abrirem a boca para proferir tal frase, pensem duas vezes, bale?
3.2.12
Expressões idióticas. Não idiomáticas. Idióticas.
Pulga atrás da orelha.
Somos cães? Não. Somos ciganos (sem ser o Quaresma que é limpinho)? Não. Então por que raio haveríamos de ter pulgas atrás da orelha especificamente? Por nada. É só estúpido.
Faço isso com uma perna às costas.
Não consigo pensar noutra coisa que não o Saci Pereré a correr ali no estádio do Jamor com a Rosa Mota. Vem cá dizer que é fácil Saci, vem. Pffff.
Resolver um pepino.
Um pepino não se resolve. Come-se. E nem é daquelas coisas que sejam boas por aí além.
Pôr as barbas de molho.
Adoro quando são mulheres a dizer isto. Faz-me repensar muita coisa acerca da minha interlocutora e não é da melhor forma.
Abanar o capacete.
Não tenho uma mota. Não ando de bicicleta. Não uso um tupete. Logo...não abano capacete nenhum, ok?
Apanhar com a boca na botija.
Cheira-me que isto era coisa para a Sóninha. Ou um drogado, que essa gente bate mal da mona. Agora, por que raio iria pôr a minha singela boquinha numa botija? Nem de água, nem de gás, chiça.
Armar-se aos cágados.
Coitados dos bichos. Os tipos não fazem mal a ninguém. Não chateiam. Não falam. Não estragam. Não nada, aliás. São bichos de pouca arrogância. Não entendo.
Ter o rei na barriga.
Só se for estando grávida. De resto não vejo como.
Fazer uma vaquinha.
No máximo, e já a esticar muito, pode ser uma metáfora para o acto sexual com uma menina menos púdica.
Mas já estou a esticar muito a corda.
...e mais camaradas?
Que estou expressões vos dão cabo dos nerbius?
Somos cães? Não. Somos ciganos (sem ser o Quaresma que é limpinho)? Não. Então por que raio haveríamos de ter pulgas atrás da orelha especificamente? Por nada. É só estúpido.
Faço isso com uma perna às costas.
Não consigo pensar noutra coisa que não o Saci Pereré a correr ali no estádio do Jamor com a Rosa Mota. Vem cá dizer que é fácil Saci, vem. Pffff.
Resolver um pepino.
Um pepino não se resolve. Come-se. E nem é daquelas coisas que sejam boas por aí além.
Pôr as barbas de molho.
Adoro quando são mulheres a dizer isto. Faz-me repensar muita coisa acerca da minha interlocutora e não é da melhor forma.
Abanar o capacete.
Não tenho uma mota. Não ando de bicicleta. Não uso um tupete. Logo...não abano capacete nenhum, ok?
Apanhar com a boca na botija.
Cheira-me que isto era coisa para a Sóninha. Ou um drogado, que essa gente bate mal da mona. Agora, por que raio iria pôr a minha singela boquinha numa botija? Nem de água, nem de gás, chiça.
Armar-se aos cágados.
Coitados dos bichos. Os tipos não fazem mal a ninguém. Não chateiam. Não falam. Não estragam. Não nada, aliás. São bichos de pouca arrogância. Não entendo.
Ter o rei na barriga.
Só se for estando grávida. De resto não vejo como.
Fazer uma vaquinha.
No máximo, e já a esticar muito, pode ser uma metáfora para o acto sexual com uma menina menos púdica.
Mas já estou a esticar muito a corda.
...e mais camaradas?
Que estou expressões vos dão cabo dos nerbius?
2.2.12
Factor Rodagem.
Ainda na senda desta coisa das mulheres com iniciativa, como é que os homens percepcionam as mulheres que têm iniciativa e...que já tiveram vários parceiros sexuais?
Experiência a mais é benéfico? Têm melhor sexo? São mais open-minded?
Ou fica sempre aquele pensamento lá atrás na cabeça sobre quantos terão andado lá antes dele.
Como é que ela era com outros? Serei eu o melhor ou não? Afinal, com quantos homens é que ela já foi para a cama?
Qual é o número limite para vocês homens, em que de uma mulher com experiência, passam a ver uma mulher com rodagem?
Uma mulher experienciada é factor de eliminação?
E para as meninas?
Homem com mulheres a mais, risca-se ou arrisca-se?
Experiência a mais é benéfico? Têm melhor sexo? São mais open-minded?
Ou fica sempre aquele pensamento lá atrás na cabeça sobre quantos terão andado lá antes dele.
Como é que ela era com outros? Serei eu o melhor ou não? Afinal, com quantos homens é que ela já foi para a cama?
Qual é o número limite para vocês homens, em que de uma mulher com experiência, passam a ver uma mulher com rodagem?
Uma mulher experienciada é factor de eliminação?
E para as meninas?
Homem com mulheres a mais, risca-se ou arrisca-se?
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