O João Pedro perguntava ali num comentário o porquê de algumas mulheres apreciarem homens bombados e burros.
Não vou dizer que todos os tipos bombex são burros. Gosto de generalismos, mas nem tanto.
Mas, de facto, há alguma correlação entre o parco QI e o Samuel-Massas-30-cm.
Seja porque têm de compensar, desde cedo e para garantir a sobrevivência social, a burrice com a força, ou porque simplesmente acham que poderão facturar umas garines ou, quiçá, enveredar por uma vida de trabalho nocturno (segurança ou...prostituto, venha o diabo e escolha), a verdade é que é um fenómeno crescente.
Não é, definitivamente, a minha praia. Não consigo ter alguém com quem não consiga conversar, mas como nem sempre é isso que uma mulher procura, cá ficam algumas simples razões para o fascínio:
a) estão bêbedas numa discoteca e são adeptas do fist pump.
b) desde meninas que fantasiam com o Sylvester Stallone. (e, se quiserem, juro que conheço um rapaz que é a cara dele, produto nacional!)
c) também são burras e não dá para mais.
d) não querem chatices, querem sexo.
e) viram aquela cena com o Vin Diesel (2:08m) e nunca mais foram as mesmas. (o que, de si, já diz muito sobre a malta que vai ver o Fast and the furious...)
Assim de momento, é o que me lembro.
30.7.11
26.7.11
Afinal, quem são essas experts do amor, sexo e relacionamentos?
Deve ser a minha costela de tipa desconfiada, mas nunca me pareceram muito fiéis aqueles conselhos das revistas femininas. Ao menos no horóscopo sempre têm lá a cara das pessoas e o processo criativo para o que dizem deve ser ela por ela.
Que credibilidade tem essa gente? São psicólogos, sexólogos, pessoas experientes, sensatas?
Cheira-me que não.
Eu também me farto de mandar papaias, mas eu sou simplesmente um bocado parva e ninguém dá dinheiro para ler as minhas tretas.
Os diversos "dilemas" amorosos passam por coisas como "não suporto a sogrinha", "será que sou chata?!", "ele vai trair-me?", "somos compatíveis?", "quando é que posso deixar coisas em casa dele?", "ele está interessado" e todo um mundo de pequenas oscilações semânticas que revolvem ao longo do facto:
será que ele gosta de mim o suficiente para ficar por cá mais um tempo sem nos atirarmos à garganta um do outro?
Ora, a regra de ouro é: se eles não querem mesmo, não fazem e vice-versa.
Válido para tudo.
E isto é dica que não sai na Cosmo!
Que credibilidade tem essa gente? São psicólogos, sexólogos, pessoas experientes, sensatas?
Cheira-me que não.
Eu também me farto de mandar papaias, mas eu sou simplesmente um bocado parva e ninguém dá dinheiro para ler as minhas tretas.
Os diversos "dilemas" amorosos passam por coisas como "não suporto a sogrinha", "será que sou chata?!", "ele vai trair-me?", "somos compatíveis?", "quando é que posso deixar coisas em casa dele?", "ele está interessado" e todo um mundo de pequenas oscilações semânticas que revolvem ao longo do facto:
será que ele gosta de mim o suficiente para ficar por cá mais um tempo sem nos atirarmos à garganta um do outro?
Ora, a regra de ouro é: se eles não querem mesmo, não fazem e vice-versa.
Válido para tudo.
E isto é dica que não sai na Cosmo!
21.7.11
A cobiça masculina.
Ainda não percebi bem essa dicotomia masculina entre gostar que a sua mulher seja alvo de cobiça e o simultâneo ciúme que sentem quando algum macho tem a sua miúda na mira.
Parece que gostam de dizer "eu saquei esta menina, meus caros, portanto devo ter alguma coisa que vocês não têm!".
Ao mesmo tempo quando começam a perceber que há um olhar "mais esticadinho" ficam todos enciumados.
Escusado será dizer que qualquer mulher gosta disto.
Não só de ser alvo de atenção, mas, especialmente, saber que a sua outra parte gosta de fazer ver aos outros que dá valor à sua mulher também fisicamente.
Não me venham com tretas do "interior é que conta" porque a atracção física e a química é muito importante, principalmente se estamos a falar de algo que queremos que perdure.
Nada tem a ver com o ser-se bonito ou feio, mas sim que a outra pessoa se sinta atraída.
Falando por mim, e na minha perspectiva de mulher, sei bem o que tenho em casa, mas daí a gostar que outras mulheres o apreciem vai um passo maiorzinho. Que ele é lindo já eu sei, portanto é compreensível que olhem, mas continuo a insistir que eu sei apreciar melhor que ninguém. Saber-nos apreciados faz bem ao ego, deixa-nos mais confiantes, mais predispostos e mais felizes e não há nada como saber que o nosso rapaz, independentemente das nóias que temos em relação a nós mesmos, nos sabe valorizar.
Parece que gostam de dizer "eu saquei esta menina, meus caros, portanto devo ter alguma coisa que vocês não têm!".
Ao mesmo tempo quando começam a perceber que há um olhar "mais esticadinho" ficam todos enciumados.
Escusado será dizer que qualquer mulher gosta disto.
Não só de ser alvo de atenção, mas, especialmente, saber que a sua outra parte gosta de fazer ver aos outros que dá valor à sua mulher também fisicamente.
Não me venham com tretas do "interior é que conta" porque a atracção física e a química é muito importante, principalmente se estamos a falar de algo que queremos que perdure.
Nada tem a ver com o ser-se bonito ou feio, mas sim que a outra pessoa se sinta atraída.
Falando por mim, e na minha perspectiva de mulher, sei bem o que tenho em casa, mas daí a gostar que outras mulheres o apreciem vai um passo maiorzinho. Que ele é lindo já eu sei, portanto é compreensível que olhem, mas continuo a insistir que eu sei apreciar melhor que ninguém. Saber-nos apreciados faz bem ao ego, deixa-nos mais confiantes, mais predispostos e mais felizes e não há nada como saber que o nosso rapaz, independentemente das nóias que temos em relação a nós mesmos, nos sabe valorizar.
20.7.11
O "tenham pena de mim sofro tanto" como isco.
Será que as pessoas ainda não perceberam que o coitadismo não é amigo do engate?
Passam o tempo todo a fazer-se de coitadinhos/as, que sofrem tanto, que foram deixados, que foram traídos, que os enganaram e por aí fora. Espalham inclusivamente a sua miséria no Facebook, como quem não quer a coisa. Para quê? Para que toda a gente perceba (inclusivamente o Tito de Cuba que se adicionou porque tinha um six pack apetitoso) que o que mais existe ali são carências afectivas e, perdoem-me, falta de peso?
Acham mesmo que o que atrai alguém é a pena? A infelicidade? Não.
O que atrai é a boa disposição, é a força de virar o bico ao prego, é o sorrir.
Não tenho paciência para aquela foto de perfil a p&b com ar introspectivo a fitar o horizonte com a lágrima quase a cair e a conversa de mural do "neste momento correm-me lágrimas" com os likes da malta toda e as respostas do "estamos aqui para ti" enquanto estão no chat a dar conversa a todo e qualquer gajo/a que esteja online e possa dedicar-lhes uns minutos para que se possam queixar.
Saiam dessa.
Passam o tempo todo a fazer-se de coitadinhos/as, que sofrem tanto, que foram deixados, que foram traídos, que os enganaram e por aí fora. Espalham inclusivamente a sua miséria no Facebook, como quem não quer a coisa. Para quê? Para que toda a gente perceba (inclusivamente o Tito de Cuba que se adicionou porque tinha um six pack apetitoso) que o que mais existe ali são carências afectivas e, perdoem-me, falta de peso?
Acham mesmo que o que atrai alguém é a pena? A infelicidade? Não.
O que atrai é a boa disposição, é a força de virar o bico ao prego, é o sorrir.
Não tenho paciência para aquela foto de perfil a p&b com ar introspectivo a fitar o horizonte com a lágrima quase a cair e a conversa de mural do "neste momento correm-me lágrimas" com os likes da malta toda e as respostas do "estamos aqui para ti" enquanto estão no chat a dar conversa a todo e qualquer gajo/a que esteja online e possa dedicar-lhes uns minutos para que se possam queixar.
Saiam dessa.
18.7.11
Problemas femininos típicos da época estival.
Tenho um casório Sábado.
Tudo muito bom, muito fofinho, parabéns aos noivos, muito amor, carinho e felicidade e tra la la.
Até gosto de casamentos, mas a chatice dramática feminina do costume é: a menos de uma semana ainda não tenho vestido. Nem sapatos. Ou acessórios, claro está.
E é nestes momentos que me apetecia ter sido abençoada com um certo cromossoma Y, metia um fato e uma gravata a condizer com a senhorita que me acompanhasse (até pode ser foleirote, mas eu acho fofinho, ok?) e lá íamos nós comer e beber de graça e brindar aos noivos.
Claro que se eu fosse uma menina como deve ser já tinha tratado disto tudo. Mas ir às compras com um pequeno ser de quase 3 meses não é pêra doce e a meio do processo de mete vestido, tira vestido, dá colinho, faz caretas, desiste do vestido que já tinha na mão, dá chucha, vê sapatos...claro está que acabo por não escolher nada. Já nem falando na tristeza do "este não, pareço uma orca" ou o "demasiada mama ao léu" ou o "é giro, mas vou encontrar 3 tipas com vestido igual ao meu".
Juro que pondero não ter sido feita para estas questões.
Não é que não goste de me arranjar ou ser feminina, eu até leio blog's de moda ein! Mas o drama está neste momento a abater-se sobre mim. Muita oração para mim, a ver se consigo encontrar hoje algum vestido de jeito.
Tudo muito bom, muito fofinho, parabéns aos noivos, muito amor, carinho e felicidade e tra la la.
Até gosto de casamentos, mas a chatice dramática feminina do costume é: a menos de uma semana ainda não tenho vestido. Nem sapatos. Ou acessórios, claro está.
E é nestes momentos que me apetecia ter sido abençoada com um certo cromossoma Y, metia um fato e uma gravata a condizer com a senhorita que me acompanhasse (até pode ser foleirote, mas eu acho fofinho, ok?) e lá íamos nós comer e beber de graça e brindar aos noivos.
Claro que se eu fosse uma menina como deve ser já tinha tratado disto tudo. Mas ir às compras com um pequeno ser de quase 3 meses não é pêra doce e a meio do processo de mete vestido, tira vestido, dá colinho, faz caretas, desiste do vestido que já tinha na mão, dá chucha, vê sapatos...claro está que acabo por não escolher nada. Já nem falando na tristeza do "este não, pareço uma orca" ou o "demasiada mama ao léu" ou o "é giro, mas vou encontrar 3 tipas com vestido igual ao meu".
Juro que pondero não ter sido feita para estas questões.
Não é que não goste de me arranjar ou ser feminina, eu até leio blog's de moda ein! Mas o drama está neste momento a abater-se sobre mim. Muita oração para mim, a ver se consigo encontrar hoje algum vestido de jeito.
Um dos meus problemas domésticos, entre vários.
Eu não tenho paciência para mostrar a casa. E não é coisa que demore muito tempo, convenhamos. Mas simplesmente não tenho a vocação do "olha este bibelot tão giro que comprei na Sardenha no Verão passado" ou o "já viste este conjunto de pratos? da Home!". Não fui feita para mostrar talheres e jogos de mesa e atoalhados e rendas.
Sim, eu sou a pessoa do "vai e entra onde quiseres, estás à vontade!".
Sim, eu sou a pessoa do "vai e entra onde quiseres, estás à vontade!".
6.7.11
O Karaoke.
O Karaoke não é para todos.
E é nisso que depositamos a esperança quando, na loucura, pegamos naquele micro em frente ao pequenino ecrã luminoso que nos vai dizendo as letras das músicas que nos propusemos, numa de diversão, a cantar, como eu e o Dexter há dias. Esperamos, essencialmente, que exista alguém pior. E há sempre.
Para já, é obrigatório em qualquer karaoke alguém cantar o Papel Principal da Adelaide Ferreira.
Haverá sempre uma miúda tímida que vai cantar uma música romântica na esperança que o puto de quem gosta repare nela.
Existirão sempre os too-drunk-to-sing que irão embrulhar todo e qualquer compasso da música, enganar-se na letra, ter 1m simplesmente calados a olhar para o vazio brandindo uma cerveja na mão e ainda acharem que estão a dominar.
Há sempre o wannabe. Aquele tipo que acha que passou ao lado de uma grande carreira e cujo sonho sempre foi cantar em dupla como o Miguel & André.
Não nos podemos igualmente esquecer do dono do karaoke. Esse é o bacano que é "bué jovem" ainda, tem o sonho de passar música e quer à força passar a noite a cantar. A sério. Ele abre as "hostes", canta entre os diversos candidatos, termina e, se o deixassem, cantaria todo o repertório.
Há sempre os viemos-só-para-ver. Alguns, os toleráveis, animam a coisa e estão ali para se divertir à conta da malta que não canta um cu. Os outros são os sonsos que ai-meu-deus-coisa-horrorosa-ir-cantar-quando-nem-se-sabe.
Seja qual for o vosso tipo, apresento as minhas sinceras desculpas pelo espectáculo dado na última Sexta-feira. Prometo que me irei manter afastada de microfones por uns tempos.
Agora só rezo para que as fotos que foram tiradas nunca venham a público quando for famosa.
E é nisso que depositamos a esperança quando, na loucura, pegamos naquele micro em frente ao pequenino ecrã luminoso que nos vai dizendo as letras das músicas que nos propusemos, numa de diversão, a cantar, como eu e o Dexter há dias. Esperamos, essencialmente, que exista alguém pior. E há sempre.
Para já, é obrigatório em qualquer karaoke alguém cantar o Papel Principal da Adelaide Ferreira.
Haverá sempre uma miúda tímida que vai cantar uma música romântica na esperança que o puto de quem gosta repare nela.
Existirão sempre os too-drunk-to-sing que irão embrulhar todo e qualquer compasso da música, enganar-se na letra, ter 1m simplesmente calados a olhar para o vazio brandindo uma cerveja na mão e ainda acharem que estão a dominar.
Há sempre o wannabe. Aquele tipo que acha que passou ao lado de uma grande carreira e cujo sonho sempre foi cantar em dupla como o Miguel & André.
Não nos podemos igualmente esquecer do dono do karaoke. Esse é o bacano que é "bué jovem" ainda, tem o sonho de passar música e quer à força passar a noite a cantar. A sério. Ele abre as "hostes", canta entre os diversos candidatos, termina e, se o deixassem, cantaria todo o repertório.
Há sempre os viemos-só-para-ver. Alguns, os toleráveis, animam a coisa e estão ali para se divertir à conta da malta que não canta um cu. Os outros são os sonsos que ai-meu-deus-coisa-horrorosa-ir-cantar-quando-nem-se-sabe.
Seja qual for o vosso tipo, apresento as minhas sinceras desculpas pelo espectáculo dado na última Sexta-feira. Prometo que me irei manter afastada de microfones por uns tempos.
Agora só rezo para que as fotos que foram tiradas nunca venham a público quando for famosa.
5.7.11
Eu também gostava de ser uma dessas pessoas que têm um fashion blog.
Mais. Eu gostava de ter os modelitos. E as prendas que me enviariam quando me tornasse famosa.
Mas não tenho.
E porquê?
É porque não tenho estilo? Até tenho. O Meu. Não significa que consiga usar uma saia amarelo mostarda com o collant roxo e a blusa verde - apesar de ser in.
É porque não tenho paciência? Sim. De manhã a primeira coisa que me ocorre é: dormi mesmo 4h seguidas hoje? Não foi um sonho? Seguido de: vou usar este vestido. Que me dura uma horita no corpo porque entretanto o puto decidiu que era giro bolsar em cima de mim. Portanto, conseguem perceber que isto para mim não dá.
É porque não tenho demasiado tempo livre? Tenho algum. Prefiro é ocupá-lo com coisas mais interessantes do que fazer um ar afectado a envergar uns Manolo chinados da feira junto a uma estação de comboio, com o cabelo ao vento, como se fosse uma modelo pro.
É porque tenho um guarda-roupa limitado? Sim. Um blog com 20 post's não é lá muito espectacular e eu não passo a vida nas compras. Aliás, eu sou aquela que vê, vê e raramente leva alguma coisa porque, no fundo, não gosto de gastar muito dinheiro comigo.
Parece-me que não reúno qualquer tipo de condições. Mas, assumo, gosto de ver alguns - não é mas é coisa para mim.
Mas não tenho.
E porquê?
É porque não tenho estilo? Até tenho. O Meu. Não significa que consiga usar uma saia amarelo mostarda com o collant roxo e a blusa verde - apesar de ser in.
É porque não tenho paciência? Sim. De manhã a primeira coisa que me ocorre é: dormi mesmo 4h seguidas hoje? Não foi um sonho? Seguido de: vou usar este vestido. Que me dura uma horita no corpo porque entretanto o puto decidiu que era giro bolsar em cima de mim. Portanto, conseguem perceber que isto para mim não dá.
É porque não tenho demasiado tempo livre? Tenho algum. Prefiro é ocupá-lo com coisas mais interessantes do que fazer um ar afectado a envergar uns Manolo chinados da feira junto a uma estação de comboio, com o cabelo ao vento, como se fosse uma modelo pro.
É porque tenho um guarda-roupa limitado? Sim. Um blog com 20 post's não é lá muito espectacular e eu não passo a vida nas compras. Aliás, eu sou aquela que vê, vê e raramente leva alguma coisa porque, no fundo, não gosto de gastar muito dinheiro comigo.
Parece-me que não reúno qualquer tipo de condições. Mas, assumo, gosto de ver alguns - não é mas é coisa para mim.
4.7.11
A foto de Verão.
Chega esta altura do ano e toda a gente já tem a sua fotinha de Verão. Seja uma Adriana Lima, ou uma "Salvem o Willy", toda a gente tem fotos para dar e vender. A mostrar a pernoca, o cabelo molhado, a marca do triquini, as mamocas espremidas num XXS e outras que tais, o que importa é aparecer.
Mas se esperavam ver-me em biquini estão muito equivocados.
Primeiro não gosto de fazer inveja à malta que está a trabalhar e aqui a menina a ver as ondas da Comporta (que, por falar nisso, são demoníacas e com correntes que não lembra ninguém e me fizeram já "dar à costa" em modo de cambalhota e a checkar se ainda estava tudo no sítio, nomeadamente, todas as partes de tecido), não se faz!
Segundo, não tenho vocação para fazer poses enquanto estou na praia para a máquina fotográfica, porque me aborrece. Estou ali a ler o livrinho, a quebrar um bocadinho sem fazer nenhum ou à conversa. Por outro lado adoro ver mulheres de 30 anos com a sua amiga encalhada a tirar a foto-vai-já-para-o-Facebook-a-ver-se-algum-gajo-comenta-e-se-me-acaba-a-secura.
Terceiro, o show off não é a minha praia. Tivesse eu o corpinho de uma das tipas da Victoria Secrets e ainda pensava nisso.
Mas, para quem não pensa da mesma forma, têm ali o e-mail ao lado para me fazerem chegar a vossa foto de Verão. Se se portarem bem até escolho um/a vencedor/a e dou um mimo.
Não preciso dizer que é para mandarem coisas com decoro pois não? :D
Mas se esperavam ver-me em biquini estão muito equivocados.
Primeiro não gosto de fazer inveja à malta que está a trabalhar e aqui a menina a ver as ondas da Comporta (que, por falar nisso, são demoníacas e com correntes que não lembra ninguém e me fizeram já "dar à costa" em modo de cambalhota e a checkar se ainda estava tudo no sítio, nomeadamente, todas as partes de tecido), não se faz!
Segundo, não tenho vocação para fazer poses enquanto estou na praia para a máquina fotográfica, porque me aborrece. Estou ali a ler o livrinho, a quebrar um bocadinho sem fazer nenhum ou à conversa. Por outro lado adoro ver mulheres de 30 anos com a sua amiga encalhada a tirar a foto-vai-já-para-o-Facebook-a-ver-se-algum-gajo-comenta-e-se-me-acaba-a-secura.
Terceiro, o show off não é a minha praia. Tivesse eu o corpinho de uma das tipas da Victoria Secrets e ainda pensava nisso.
Mas, para quem não pensa da mesma forma, têm ali o e-mail ao lado para me fazerem chegar a vossa foto de Verão. Se se portarem bem até escolho um/a vencedor/a e dou um mimo.
Não preciso dizer que é para mandarem coisas com decoro pois não? :D
3.7.11
Os putos.
Quem me ouvir falar até pode pensar que não sou uma pessoa tolerante e que já não me lembro de "quando era no meu tempo" e das figuras que fazíamos.
Nada disso. Acho mesmo é que os putos estão cada vez mais ocos.
Para onde quer que me vire só ouço conversas parvas, tentativas pobres de se destacarem, muito facilitismo, agressividade e hormonas.
Os putos de hoje têm tanto acesso a informação, tanta facilidade em ter coisas materiais, tanta liberdade, tantos estímulos...tantas hipóteses de realizar o seu potencial...e estão cada vez mais deseducados.
Os pais passam metade do tempo a querer ser fixes e os melhores amigos deles. Querem fazer os meninos felizes. Se querem fumar, se querem drogar-se, se querem embebedar-se, se querem ter sexo, se querem ter distúrbios alimentares...tudo em idades em que deviam pensar em bola, em música, nos amigos, em ser putos, resumidamente.
Ser-se pai hoje em dia é difícil. Faz-me pensar.
Nada disso. Acho mesmo é que os putos estão cada vez mais ocos.
Para onde quer que me vire só ouço conversas parvas, tentativas pobres de se destacarem, muito facilitismo, agressividade e hormonas.
Os putos de hoje têm tanto acesso a informação, tanta facilidade em ter coisas materiais, tanta liberdade, tantos estímulos...tantas hipóteses de realizar o seu potencial...e estão cada vez mais deseducados.
Os pais passam metade do tempo a querer ser fixes e os melhores amigos deles. Querem fazer os meninos felizes. Se querem fumar, se querem drogar-se, se querem embebedar-se, se querem ter sexo, se querem ter distúrbios alimentares...tudo em idades em que deviam pensar em bola, em música, nos amigos, em ser putos, resumidamente.
Ser-se pai hoje em dia é difícil. Faz-me pensar.
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