22.2.11

Os maiores clichés sexistas.

Verdade seja dita, não conheço nenhum homem ou mulher que de vez em quando não aprecie tecer um qualquer generalismo de género sexual.

Ora são eles que "são todos iguais" ora são elas que "nunca estão satisfeitas". Ora são eles que não podem "ver um rabo de saia", ora são elas que "deviam ver mais filmes pornográficos". Ora são eles que "são uns machistas" ora são elas que "são umas púdicas". Ora são eles que "são de Marte" ora são elas que são "de Vénus". Ora são eles que "não sabem onde está nada em casa" ora são elas que "são uma nódoa a ler mapas". Ora são eles que "só pensam com a cabeça de baixo" ora são elas que "são umas dramáticas emocionais". Ora são eles que "querem é ver bola" ora são elas que não vivem sem a sua "novela das 21h".

De parte a parte, a Guerra dos sexos vai-se mantendo ao longo do tempo.
Convenhamos que é uma guerra saudável (especialmente quando acaba num emaranhado de lençóis) e são estas diferenças que tornam a convivência interessante, ou alguém ainda acredita que não há um casal que não precise de uma boa discussãozinha destas de vez em quando?

O que uma pessoa atura no próprio lar.

É preciso gostar muito.
E ter uma grande dose de abstracção.

18.2.11

Quase-filosofia de bolso.

Somos felizes quando a realidade excede as nossas expectativas.
Somos infelizes quando a realidade não chega para o que esperávamos.
Somos comodistas quando mudamos aos poucos as nossas expectativas apenas para não ficarmos infelizes.
Somos irrealistas quando afirmamos que deixámos de ter expectativas.

17.2.11

Tesourinhos deprimentes versão mochila da escola.

Lá por casa nunca fomos de grandes paneleirices no que toca à indumentária escolar. Mochila incluída.
A verdade é que todos os anos ansiava por Setembro por ir ter uma mochila nova...
Nunca houve lá por casa uma eastpack roxa, como eu queria. Não. Isso é para os putos betinhos com a mania que são alternativos. Eu tinha a bela da mochiloca do Continente todos os anos, quando não era de 2 em 2, que isto a vida não está para grandes gastos.
Mas nem sempre foi assim. Lembro com algum saudosismo aquela mochila adquirida após horas de olhinhos de cachorrinho abandonado e pleeeease, pretty please, va láaaaaaa, eu nunca peço nada, va lá, va lá, va láaaa.
Pensariam vocês que era para, finalmente, arranjar uma mochila de jeito.
Mas não.
Durante todo o meu 3º ano e 4ª classe a minha companhia foi uma mochila vermelha, desta malta:
E sim, nunca soube bem que bichos eram aqueles.

Vá...umas chinchilas?!
...

E sim, eu era feliz com estas coisas. Estou para ver quem é que não tinha uma mochila das tartarugas Ninja ou do Pequeno Pónei. Pffff.

As dúvidas que assolam a malta quando se colocam frente ao monitor e esperam que o Google faça milagres em responder.





Daqui se depreende muita coisa acerca das preocupações existenciais da malta.
Cueca confessa: eu já pesquisei por um dos items apresentados.

Quem adivinha qual é?

9.2.11

Todos os dias são dias de coraçõezinhos pirosos.

Ou deviam ser.
Porque quando gostamos esforçamo-nos todos os dias.
Não é uma montra com ursinhos pirosos e frases cliché que nos relembram que é altura de ter um acto romântico. Isso não nos enche o coração.
São aquelas palavras, aqueles gestos e aquela atenção. Todos os dias.

4.2.11

Sextas são dias de desafios: O que eu adoro (not) num homem.

Há quem não suporte a unha comprida, a mania de arrotar, o tampo da sanita levantado, os palavrões ordinários, o amor devoto ao carro, a doença futebolística, a tendência para olhar para a mulher alheia...

Assim o desafio de hoje é: que pormenores é que consideram os maiores turn-off's de sempre num homem?

Para mim há alguns, mas um de certeza absoluta é: O gajo machista que acha que é superior às mulheres. Era tão bom que fosse uma espécie em extinção...

E vocês? Contem-me tudo.

3.2.11

random cat facts #2: sense of timing

Digamos que o gato lá de casa tem um sentido muito prático de timing e faz tudo para nos ver felizes.

Sabe que qualquer dono rejubila quando chega a casa e encontra o papel higiénico desfeito na casa de banho. Ou que, de manhã, a dona quando acorda e se pergunta onde estão os brincos, vai apreciar que ele os tenha refundido pela casa, na esperança que ela os encontre no saco do aspirador.

Sabe também que o que ela mais gosta é de acordar com miados insistentes, a roçar o lancinante, ou mordidelas nas orelhas se a tipa teimar em não se levantar logo.

É, ele está sempre preocupado com o nosso bem-estar.

Sabe que ficamos felizes quando vemos que a brincadeira tem sempre um papel importante no nosso dia-a-dia e, por isso, leva os seus pequenos brinquedos para dentro da banheira, sabendo que um rato de brincar no local onde nos banhamos recolhe sorrisos vários pela manhã.

Sabe que durante o dia trabalhamos arduamente para ao fim do mês lhe trazermos aqueles croquetes de peixe com os quais se lambuza tanto, portanto é apenas natural que ele agradeça e mostre que quer sempre mais, podendo até mostrar versatilidade ao fugir para a cozinha e tentar roer castanhas (??), abrir a garrafa de azeite (??) ou até dar uma lição de ecologia ao tentar separar o nosso lixo.

É, ele está sempre muito preocupado com o nosso bem-estar.

...

2.2.11

Os trend setters

Acho um piadão a esta coisa dos trend setters.
Como é que surgem, quem é que lhes dá visibilidade, porque é que são esses e não outros ou simplesmente porque é que se torna cool de repente vermos meninos com calcinha amarela Robin dos Bosques ou malta com os seus tigresses, ou gente estranha a fazer coisas estranhas em locais estranhos, mas que toda a gente acha perfeitamente natural porque...são trend setters?

São eles as pessoas que verdadeiramente têm "personalidade forte", ou somos nós que gostamos de, na nossa individualidade, fazer parte do "rebanho"?

1.2.11

Estou quase no ponto criativo de...

...pegar numas fotos do "i can read", juntar  umas tretas d'O Citador e tornar isto num blog semi-fantástico.

(depois, e porque eu gosto de parecer que sou uma sujeita engraçada, colocava umas coisas do Fail blog e aí é que era a loucura!)